sábado, 10 de dezembro de 2011

Livro infantil de audiodescrição trata de diferenças e inclusão

monicapicavea
Compreender as diferenças e viver com elas. Essa visão especial levou a escritora Monica Picavêa a escrever o livro Simplesmente Diferente, considerado o primeiro de audiodescrição destinado ao público infantil com deficiência visual. A ideia surgiu da convivência com as pessoas com deficiência e também para que as filhas gêmeas, hoje com 2 anos, encarassem essa relação como algo natural.
De acordo com a autora, “é o livro de uma pessoa que não tem ninguém na família com deficiência, para crianças que não têm deficiência, mas também para as que têm, enfim, para criar um mundo onde a inclusão seja uma coisa natural”.
Mônica disse que a publicação, que vem acompanhada de um CD, não deve ser confundida com o audiolivro, em que uma pessoa lê a história para outros. Na audiodescrição, todas as imagens são descritas de forma a serem compreendidas pelas crianças com deficiência visual. É descrito aquilo que compreendemos visualmente e que não está contido nos diálogos, como expressões faciais e corporais.
“As ilustrações do livro, de Hugo Serra, estavam ficando tão bonitas que era necessário ir um pouco além”. A ideia de audiodescrição é da especialista Lívia Maria Villela de Mello Motta. “A gente estava fazendo um livro sobre inclusão, onde a criança com deficiência visual poderia saber a história, mas não poderia ver, foi quando a professora Lívia sugeriu a audiodescrição. Ela disse que não tinha conhecimento de nenhum livro infantil com audiodescrição. Esse é o primeiro”.
Simplesmente diferente é uma coletânea de sete historinhas rimadas, inspiradas em pessoas reais e ensinam a enxergar a diversidade com mais naturalidade. O livro é editado pela J.J Carol e pela Fundação Stickel.
No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial.
A atriz Roseli Behaker Garcia inspirou uma das histórias de Simplesmente Diferente: Que nem Pipoca!, onde tia Rô não pode enxergar e mesmo assim vive no palco a atuar. “A Mônica quis dizer para as crianças que é possível trabalhar em grupo e que cada um, com sua diferença, pode ter uma função no grupo que está. Ela faz uma analogia da pipoca, que é milho e tem que conviver com a transformação.”
Roseli diz que a ideia da escritora de fazer histórias com pessoas do cotidiano, que têm uma deficiência, é uma grande iniciativa. “O fato dela ter lembrado de mim em uma das histórias me deixou muito feliz. “
Mônica explicou que o motivo do livro, a inclusão, tem funcionado com suas filhas. “Para elas é natural, tanto a cadeira de roda, quanto as pessoas com deficiência visual ou qualquer outro tipo”.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Tratamento de fonoaudiologia para autistas

O autismo é uma condição que requer tratamento de fonoaudiologia. No entanto, o autismo é muitas vezes incompreendido e pensado para ser algo que pode ser deixada sem tratamento. No entanto, que não devem ser como as coisas funcionam. Autismo apresenta uma série de problemas, mas a intensidade desses problemas poderia ser diminuído se for dado o tratamento correto.
Em relação ao autismo: Vocabulário
Um monte de termos são comumente ouvida em relação ao autismo, tais como: autismo clássico, o autismo infantil, Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (PDD), PDD atípicas, como autistas, PDD-NOS, Síndrome de Asperger e Autismo de alto funcionamento.
O que é isso exatamente?
Basicamente, o autismo é uma desordem neurológica. É classificada como um Transtorno Invasivo do Desenvolvimento. A principal característica do autismo é que ela afeta três áreas principais em relação à fala e linguagem. Esta tríade é o comprometimento da criança: comunicação social, interação e brincadeiras imaginativas.
Transtorno Invasivo do Desenvolvimento é na verdade um termo guarda-chuva para Perturbações do Espectro Autista. Com o uso do termo “pervasive”, ressalta-se que vão a deficiência de déficits é para além do desenvolvimento psicológico. Por outro lado, o termo “desenvolvimento” coloca a ênfase que a ocorrência da doença é durante o desenvolvimento da criança, em vez de mais tarde na vida.
O autismo é realmente apenas uma condição sob esse guarda-chuva. Outras condições incluem Transtorno de Rett, que é um distúrbio neurológico que começa a mostrar seus sintomas durante a primeira infância ou infância.
Outra é transtorno desintegrativo da infância, que lembra um pouco o autismo, mas a diferença é o primeiro 2-4 anos de vida da criança é bastante normal, então os sintomas começam a aparecer.
Síndrome de Asperger é também neste guarda-chuva. Às vezes é chamado de autismo de alto funcionamento. Por último, PDD-NOS ou Pervasive Developmental Disordere-Sem Outra Especificação também está relacionada ao autismo. Essas são crianças que apresentam sintomas semelhantes, mas não totalmente de acordo com as outras condições.
O que causa o autismo?
Apesar de muita pesquisa tem sido feito, não existe um fator único que identificou causas do autismo. Vários fatores são ditas a desempenhar um papel na ocorrência de autismo. Uma delas é desordem cerebral. Estudos recentes mostram que há uma diferença no cérebro de pessoas com autismo. Seu cerebelo parece ser menor do que o normal, e seu sistema límbico é prejudicada.
Desequilíbrios químicos são também disse a desempenhar um papel aqui. Verificou-se que em alguns casos, os sintomas vieram de alergias alimentares, deficiências químicas, desequilíbrios hormonais ou níveis elevados de produtos químicos do cérebro.
A hereditariedade também é um fator importante. Um monte de doenças genéticas com o autismo como um sintoma. Um exemplo seria a síndrome de X frágil. Outros fatores incluem pré-, peri-, trauma pós-natal, complicações danos cerebrais e imunização MMR.
Seja qual for a causa pode ser, a criança com autismo deve ser dada a mesma formação estruturada em capazes de estimular sua aprendizagem, linguagem e habilidades sociais.
Diagnóstico
Para uma criança ser diagnosticada de ter Autismo, ele deveria primeiro qualificar para os Critérios de Diagnóstico para Distúrbios Autista de acordo com o DSM-IV.
Terapia e outros: o tratamento
Devido à tríade de Autismo efeitos sobre a criança, terapia da fala torna-se uma parte vital da gestão do autismo. No entanto, outros membros da equipe também são necessários, como pediatra, neurologista pediátrico, psiquiatra infantil, psicólogo, terapeuta ocupacional, terapeuta comportamental e educadores, como professores ou professores de Educação Especial.
Papel do fonoaudiólogo em Reabilitação Autismo
O fonoaudiólogo avalia audição. Ele também avalia se a dificuldades de fala e linguagem da criança é realmente devido ao autismo ou outro transtorno. Isto pode ser tomado a partir da análise da linguagem expressiva da criança, linguagem receptiva, oral-motor funções, qualidade de voz, articulação e fluência de processamento auditivo, e habilidades pragmáticas.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

As cores das flores

Uma criança cega precisa escrever uma redação sobre as cores das flores. O vídeo mostra o desafio do menino para conseguir cumprir a tarefa. A tradução para o português foi feita para o blog "Assim como Você", de Jairo Marques.

Dica para leitura: "Uma Joaninha Diferente"


Preocupação com autismo em novela

Ao saber da notícia de que "Marajó", a próxima novela das seis da Rede Globo, terá uma personagem retratando uma criança índigo e que esta será tratada como autista, nós, familiares e amigos de pessoas autistas vimos externar nossa preocupação.
"Crianças índigo" são parte da crença de que pessoas de espírito superior, com aura azul, estariam encarnando com a missão de conduzir a Humanidade para uma Nova Era. Segundo consta, alguns destes indivíduos poderiam estar entre as pessoas do espectro autista.
Apesar de reconhecermos e valorizarmos a importância da liberdade de expressão artística, consideramos que o autismo, que afeta a vida de milhões de pessoas no mundo, precisa ser retratado com precisão, responsabilidade e compromisso. Conscientes da importância e do alcance da teledramaturgia na sociedade brasileira e do seu impacto na cultura nacional, queremos solicitar que o assunto seja tratado com a responsabilidade e o profissionalismo que tem marcado o trabalho dessa emissora ao longo de toda sua existência.
Assim, acreditamos ser essencial que familiares, profissionais e pessoas com autismo sejam consultados para a perfeita construção da trama, de forma que a ficção tenha suas raízes fincadas na realidade.
Confiantes no compromisso que a Rede Globo tem firmado com temas de relevância para a sociedade brasileira, subscrevemo-nos.
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Britânica é acusada de matar filho autista de 11 anos

Uma mulher britânica é acusada de matar seu filho autista de 11 anos por ter supostamente se cansado de vê-lo sendo motivo de chacota na rua.
Yvonne Freaney, de 48 anos, foi presa no sábado após seu filho Glen ter sido encontrado morto em um hotel perto do aeroporto de Cardiff, no País de Gales.
Segundo a polícia, amigos e familiares haviam dado o alerta no sábado por temerem pela segurança do menino.
Os policiais teriam chegado ao hotel três minutos depois, mas Glen já estaria morto sobre a cama, com a mãe a seu lado segurando sua mão.
Corpo
Segundo a descrição da cena relatada durante uma audiência judicial na terça-feira, ela teria dito aos policiais: “Pelo menos agora ninguém mais pode ficar apontando o dedo para ele”.
Acredita-se que ela tenha permanecido no hotel com o corpo do filho por dois dias.
Yvonne, que tem outros três filhos, com 14, 19 e 22 anos, teria se separado recentemente do marido.
Após a audiência, ela foi levada a uma clínica psiquiátrica, onde deve permanecer pelo menos até a próxima audiência, no dia 14 de junho.

Robô auxilia no tratamento de crianças autistas

Robô Kasper. (Foto: Reprodução/ Daily Mail)Robô Kasper. (Foto: Reprodução/ Daily Mail)










O robô Kasper, desenvolvido para auxiliar no tratamento de crianças com autismo, é uma criação do estudante da Universidade de Hertfordshire Luke Wood, tem o tamanho de uma criança e suas partes robóticas ficam escondidas dentro de seu corpo.
O robô, que é controlado por um cientista, consegue sorrir, franzir as sobrancelhas, dar gargalhadas, piscar os olhos e mover os braços. Há uma série de versões deste pequenino robô, a mais avançada é capaz até de brincar com Nintendo Wii.
Robô Kasper. (Foto: Reprodução/ Daily Mail)Robô Kasper e seu criador, Luke Wood. (Foto: Reprodução/ Daily Mail)
"Crianças com autismo não conseguem interagir perfeitamente com outras pessoas, pois elas não reconhecem expressões faciais. Robôs são muito mais seguros para elas, pois há menos detalhes para interpretação e eles são muito previsíveis", explica Bon Robins, especialista em crianças com autismo da Universidade de Hertfordshire.
O desenvolvimento de Kasper começou em 2005 e seu modelo mais recente teve o rosto coberto por uma camada de silicone, o que permite uma maior segurança e conforto para que as crianças reconheçam ele como um amigo.
Kasper está exposto no Robotville, evento que reúne 20 robôs com atribuições diferentes no Museu de Ciência em Londres, Inglaterra.

Menino com autismo se mata enforcado após sofrer bullying

David foi encontrado enforcado em seu quarto | Foto: Reprodução Internet
Lancashire (Inglaterra) - Um menino de 12 anos com autismo se matou enforcado, na última segunda-feira após sofre bullying de um grupo de meninas de sua escola em Lancashire, na inglaterra. Michael Raven foi encontrado inconsciente em seu quarto, ele ainda chegou a ser levado para um hospital local, mas foi declarado morto pouco tempo depois.

De acordo com a mãe de uma das alunas da escola, Michael estava sendo atormentado por um grupo de meninas de 8 anos. Elas pertubavam o menino devido ao seu problema. David Whyte, diretora da escola, disse que funcionários não estavam cientes que o menino estaria sofrendo bullying.

O boato de que o motivo da morte de David foi o bullying surgiu logo após o falecimento foi anunciado na escola. Uma série de afirmações surgiram no Facebook de alunos da instituição. O caso está sendo investigado pela polícia local. As informações são do jornal inglês Daily Mail.

O que fazer quando a criança engole objetos pequenos como bolas de gude, moedas e botões

Sufocamento é a principal causa de morte de bebês com até um ano de idade em acidentes, segundo a ONG Criança Segura


Quando um bebê começa a engatinhar, ele ganha autonomia e desperta para diferentes formas e objetos. Nesta fase, é preciso estar muito atento aos exploradores mirins. Eles têm mania de colocar tudo o que veem pela frente na boca, incluindo coisas que podem provocar problemas sérios, como peças de brinquedo, botão, alfinetes, bolas de gude, moedas e parafusos. Até a hora de comer demanda atenção, principalmente com ossos de frango e espinhas de peixe.
Sufocamento (ou obstrução das vias aéreas) é a principal causa de morte de bebês com até um ano de idade em acidentes, segundo a ONG Criança Segura. Conforme dados do Ministério da Saúde, em 2008, 754 crianças de até 14 anos morreram vítimas de sufocamento no Brasil.
Por isso, a prevenção é fundamental. Para o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), Luiz Felipe Cunha Mattos, não existe uma regra que possa ser aplicada em todas as casas.
— A partir dos seis meses, é recomendável avaliar riscos. E, dependendo da situação, descartar ou não o objeto — exemplifica Mattos.
Quando a prevenção não funciona, e um objeto perigoso é engolido, algumas providências devem ser tomadas. Para Júlio Pereira Lima, presidente da regional do Rio Grande do Sul da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), alguns erros muito comuns são cometidos na hora do socorro.
— Normalmente, o primeiro impulso é bater nas costas da pessoa ou colocar os braços ao redor do tronco e pressionar o abdômen para que o corpo estranho seja expelido. Entretanto, essas medidas podem, na verdade, levar o indivíduo a engasgar e até a aspirar o objeto de forma a levá-lo direto para o pulmão, impedindo a pessoa de respirar — alerta.

Retirada deve ser feita com endoscopia

Presidente da regional do Rio Grande do Sul da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), Júlio Pereira Lima explica que a primeira medida deve ser sempre procurar um serviço de atendimento de urgência para que, com um endoscópio, o especialista possa verificar em qual local o corpo estranho se alojou e retirá-lo sem comprometer o aparelho digestivo ou qualquer outro órgão.
— Caso não haja tempo, é possível tentar fazer a pessoa expelir o objeto virando-a de cabeça para baixo e batendo nas costas. É raro, mas pode funcionar — relata.
O endoscopista conta ainda que, em Porto Alegre, onde o consumo de carne e aves é maior, idosos costumam engolir com frequência fragmentos de ossos de galinha. Entretanto, a maior parte das ocorrências envolve crianças de até cinco anos.
— Costumamos ver as coisas mais inusitadas: cabeças de bonecos Playmobil, moedas, pilhas e baterias. A única forma de retirá-los com segurança é a endoscopia digestiva — finaliza o especialista.

Previna

Como proteger a criança de sufocação ou engasgamento:
:: Corte os alimentos em pedaços bem pequenos na hora de alimentar a criança.
:: Remova do berço todos os brinquedos, travesseiros e objetos macios quando o bebê estiver dormindo, para reduzir o risco de asfixia.
:: Compre somente brinquedos apropriados para a criança. Verifique as indicações de idade no selo do Inmetro.
:: Certifique-se de que o piso está livre de objetos pequenos como botões, colar de contas, bolas de gude, moedas e tachinhas.
:: Você pode testar se determinadas partes de brinquedos oferecem risco de engasgamento para crianças de até quatro anos. Para isso, utilize uma moeda de R$ 1 como referência, ela tem o diâmetro aproximado da garganta da criança.


Identifique

Reconheça os sintomas de engasgamento:
:: Tosse sem causa aparente
:: Infecções respiratórias repetitivas
:: Chiado no peito, geralmente apenas de um lado
:: Secreção amarelo-esverdeada em apenas uma narina
:: Obstrução nasal em apenas um dos lados do nariz
:: Coceira ou dor intensas em um dos ouvidos




Fonte

Novo herói nos EUA, autista do basquete pode virar filme

Jason McElwain recebe homenagem do presidente George Bush. Foto: AP
Jason McElwain recebe homenagem do presidente George Bush
Foto: AP
O jovem autista Jason McElwain, 17 anos, jogador de basquete, ganhou destaque na imprensa internacional, virou herói nos EUA e agora sua história pode virar filme. Sem nunca ter atuado em uma partida, o atleta entrou nos últimos cinco minutos de um jogo colegial, marcou seis cestas de três e se consagrou. De acordo com a família do jogador, os estúdios Disney e Warner Brothers foram os primeiros a procurar a família.
O ex- jogador Magic Johnson, hoje dono de uma cadeia de cinemas, também telefonou, interessado em adquirir os direitos sobre a história do rapaz. Ao todo, 25 estúdios e agentes de Hollywood já bateram à porta de sua casa, oferecendo milhões pelo direito de levar a sua história ao cinema.
Apaixonado por basquete, McElwain era praticamente auxiliar-técnico do treinador da equipe da Greece Athena High School, de Greece, subúrbio de Rochester. Cuidava das toalhas, fiscalizava o cronômetro, distribuía água, mas jamais entrara em uma partida oficial, pois media apenas 1,67m.
"Jason ama o basquete, mas não é suficientemente alto para ganhar posição num time colegial", disse o técnico Jim Johnson.
No entanto, em sua última partida pela escola - ele se forma em maio no colegial americano -, Johnson resolveu dar uma chance ao garoto. Após uma início pífio - em duas tentativas, não acertou nem o aro -, McElwain fez sete cestas seguidas, sendo seis de três.
"Eu simplesmente explodi! Mas me senti completamente à vontade, relaxado. Fui atirando a bola como se estivesse cobrando lances livres", explicou depois.
Mesmo faltando apenas cinco minutos para o fim da partida e com sua equipe vencendo folgadamente, a cada cesta, seus colegas de time e estudantes comuns vibravam com a cesta como se esta valesse um título da NBA. Ao final do jogo, o mais novo herói americano deixou a quadra carregado pela torcida.
"Ele sempre se dedicou ao máximo à equipe. Resolvi agradecer desse jeito. Queria que Jason jogasse e levasse a camisa do time para casa, como recordação do dia em que finalmente jogou", lembrou o treinador.
Jason chegou até a se encontrar com o presidente George W. Bush, que admitiu ter chorado ao ver a façanha do novato pela televisão.
"Eu vi na TV e chorei, provavelmente como outras pessoas fizeram. Vou chamar você de J-Mac, e você pode me chamar de George W.", disse o presidente, no encontro com o novo herói norte-americano.