terça-feira, 3 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
Projeto tenta entender o autismo a partir de dentes de leite
O projeto desenvolvido pela Universidade de São Paulo, foi batizado de "A Fada do Dente" e os pais de filhos autismo podem colaborar com este projeto.
O contato com os pesquisadores podem ser feitos por mail: projetofadadodente@yahoo.com.br
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Educação Inclusiva - Maurício de Sousa &Turma da Mônica
Cada vez mais me torno fã do Maurício de Sousa! Ele usa todo o seu talento também para lutar à favor da inclusão! Suas histórinhas tratam às diferenças com a maior naturalidade. Ele criou o André, um menino autista e outros tantos personagens que vivem algumas limitações...
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Capítulo de Caillou explicando como se sente uma criança com autismo
Este vídeo mostra de forma simples uma criança com características do autismo em ambiente escolar.
Em nenhum momento é falado o nome da síndrome, por se tratar de um desenho infantil isto ajuda a esclarecer sem rotular.
domingo, 24 de novembro de 2013
Mãe conta em livro as dificuldades e conquistas do filho autista de 32 anos
A empresária Dalva Tabachi, 65, tem quatro filhos. O mais velho, Ricardo, 32, tem autismo e só começou a falar aos cinco anos. Hoje ele trabalha com a mãe na confecção da família, no Rio, toca violão e vai ao cinema com uma amiga. Tudo, segundo Dalva, com muito esforço.
Em 2006, com base em anotações do dia a dia do filho, ela lançou o livro "Mãe, me ensina a conversar" (Rocco, 96 págs., R$ 20). Agora lança o segundo livro, "Mãe, eu tenho direito!".
Leia o depoimento dela:
Fomos ao pediatra, à psicóloga, à fonoaudióloga. Naquela época, ninguém sabia o que era autismo. Quando eu perguntava o que meu filho tinha, diziam: "Ah, esquece isso". Falavam que ele ia ficar bom.
Mas até o Ricardo ter 12 anos foi horrível. Ele era bem comprometido. Ficava fazendo "hummm" continuamente. Quando ficava nervoso, pulava e se mordia.
A gente sofria preconceito. Quando ele tinha dez anos, em uma viagem de avião, um passageiro pediu que o tirassem do voo, porque ele não ficava quieto, gritava. Com 18 anos, fomos a uma neurologista e perguntei: "Afinal, o que ele tem?". Autismo.
Nessa época ele já estava bem melhor. Tudo com muito esforço, muito choro. Corri atrás de tudo. O que ele podia fazer, fez: aula particular, fonoaudióloga, psicóloga, violão, natação. Não desistimos. Ele tem três irmãos mais novos que sempre o puxavam para a realidade, não deixavam que ele se isolasse.
Quem vê o Ricardo hoje não acredita. Ele fala muito. Claro que ainda tem traços de autismo, o pior deles é a repetição. Ele repete a mesma coisa dez, 20 vezes.
Conta tudo o que comeu, diz tudo o que fez hoje e no dia anterior, avisa dez vezes quando vai dormir. Às vezes, fica remoendo coisas de anos atrás: "Por que fulano puxou a minha orelha um dia?".
Ele não se acerta com números --não entende que duas notas de 20 e quatro de dez são a mesma coisa-- e não entende muito bem o que é quente ou frio: usa blusas no calor, liga o ar-condicionado no frio.
ANDAR SOZINHO
Ele nunca fica sozinho. Não tem como. Tenho uma empregada que mora em casa. Ele espera meu marido e eu até para escovar os dentes, porque tinha mania de escovar tanto que já estava se machucando. Quando demoramos para chegar em casa, ele liga: "Onde vocês estão? Preciso passar fio dental."
A minha maior preocupação é quem vai cuidar do Ricardo no futuro. Já faz muito tempo que penso nisso. Fiquei muito angustiada quando um dos meus filhos se casou. Os irmãos dizem que vão cuidar dele, mas sempre penso que tenho que viver muito. E, para isso, me cuido.
Eu nado no time master do Flamengo, não sou gorda e não como gordura. Tenho que ficar boa, não posso ficar doente. Sempre que vejo um casal sozinho com um filho autista penso: quem vai cuidar dessa criança no futuro?
O Ricardo melhora a cada dia. Ele toca violão direitinho, participa de competições de natação, vai ao cinema todos os sábados e adora ouvir música aos domingos.
Tudo o que ele sabe foi ensinado. A fonoaudióloga explicava o que era o teto, o chão, o nome das coisas.
Ele tem uma memória incrível. Se você disser que hoje é seu aniversário, ele vai lembrar daqui a meses e vai dizer: no ano que vem vai ser numa quinta-feira, porque neste ano foi na quarta.
Antes ele não entrava nas conversas, hoje já puxa papo. Sempre falando uma besteira, o que ele comeu no almoço. Eu o repreendo, digo que não é assim que conversa, e ele pede: "Mãe, me ensina a conversar". Esse foi o título do meu primeiro livro.
O segundo livro se chama "Mãe, eu tenho direito!", porque mais recentemente ele aprendeu a dizer não, a reclamar. Eu digo para ele não comer alguma coisa e ele repete: "Eu tenho direito!".
O que mais dá trabalho hoje é comida. Ele é compulsivo. Na adolescência, engordou. Colocamos ele de dieta e ele emagreceu 18 quilos.
Hoje, o Ricardo trabalha no escritório comigo, atendendo o telefone. No começo, quando ligavam perguntando por mim, ele respondia: "Ela está fazendo xixi."
Ele é supersincero. E não tem muito tato. Quando o avô morreu, saiu gritando "o vovozinho morreu", como se anunciasse um nascimento.
Depois de adolescente, nunca vi o Ricardo chorar. Isso me preocupa às vezes, mas depois penso que ele não tem por que ficar triste, tem tudo o que precisa. Todos gostam dele, ele é muito carismático.
Às vezes fico cansada, principalmente quando ele repete coisas demais. Mas desanimar, não. Se ele chegou onde chegou foi porque não desistimos.
MÃE, EU TENHO DIREITO! - CONVIVENDO COM O AUTISTA ADULTO
AUTORA Dalva Tabachi
EDITORA Rocco
PREÇO R$ 24,50 (144 págs.)
E-mail da autora: dalva.tabachi@gmail.comAs Consequências do mau uso da Internet: é hora de educar!
Não é a primeira vez em que leio uma matéria onde uma jovem se suicida após ser exposta na internet de modo que denegrisse e humilhasse sua imagem.
Percebo cada dia mais que o uso da internet deveria ser debatido nas escolas, principalmente com as famílias e dentro das famílias.
A maioria dos pais não são da geração das redes sociais e por estarem com seus filhos em casa acreditam que estão seguros, mesmo conectados com milhares de pessoas, mas estão dentro de suas casas...
Aliás, cada vez menos as crianças estão indo para rua brincar, socializar de verdade, estar junto de amigos. E quando saem, há mil e uma recomendação para não falar com estranhos, olhar para os dois lados antes de atravessar, etc., etc.
O fato é que os crimes por meio da internet estão cada vez maiores e isso necessita com urgência de alguma intervenção. Menores de idade são expostos de forma negativa e às vezes isso é feito por eles mesmos sem consciência das consequencias. Sema falar da pedofilia, Cyberbullying, entre outros tantos crimes que estamos sujeitos.
Ainda vejo a internet como uma grande conquista, um grande avanço para humanidade, mas assim como somos educados para agir em sociedade, devemos ser educados para agir na internet.
A cidadania também está online agora!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Turma da Mônica, Garfield e outros personagens ficam carequinhas em campanha contra câncer infantil
Artistas como Carlos Saldanha e cartunistas como Ziraldo e Laerte apoiaram a ação e criaram conteúdos. Personagens como O Menino Maluquinho, Garfield, Jake e Flynn (Hora da Aventura) vão aparecer de cabeça raspada em uma programação especial nos canais abertos e pagos de TV, além de tirinhas de jornais, e vídeos nas redes sociais.
Mauricio de Sousa e Mônica Sousa participaram do lançamento da campanha "Carequinhas contra o Câncer infantil". Nossos personagens também perderam os cabelos para mostrar que o câncer não impede a criança de curtir a infância.
O objetivo do projeto é ajudar a resgatar a autoestima das crianças com câncer e conscientizar sobre o preconceito que existe com quem enfrenta o tratamento. Institutos como o GRAACC já alcançam taxas animadoras de mais de 70% de cura.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
ENCA-Inclui visita à 12º BPM
A ENCA-Inclui visita à 12º BPM no município de Caxias do Sul, dia inesquecível para todos os envolvidos, pelo tamanho da felicidade proporcionada aos nossos especiais.
A ENCA realiza um excelente trabalho de inclusão social, trabalho realizado com imenso amor! Ângelo e eu somos abençoados por fazer parte desta família!
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