quarta-feira, 11 de junho de 2014

18 DE JUNHO - DIA DO ORGULHO AUTISTA


É possível sentir orgulho quando se enfrenta o autismo? No meu ponto de vista, sim!
O autismo não é um mal, é um jeito diferente de ser.
Quem enfrenta o autismo, torce por todas as pessoas que enfrentam limitações, vibra com a vitória e progresso de cada uma como se fosse sua. Sabe o valor das pequenas coisas, das verdadeiras amizades e tem sua vida guiada pelo amor. 
Quem enfrenta o autismo, deseja um mundo melhor, solidário e repleto de aceitação. Crê imensamente em Deus e sabe que toda vida é Sua obra perfeita!
Quem convive com uma pessoa que tem autismo, jamais será igual, pois todos os dias, nos deixam grandes ensinamentos...


Esta é minha homenagem a todos autistas, em especial, meu filho Ângelo que está dentro do espectro.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Clínica-escola pública para autistas, em Itaboraí, é referência no país

ITABORAÍ - Aos 3 anos, Davi ainda não falava. Foi a partir da demora em se comunicar verbalmente que Gerusa Rangel, mãe do menino hoje com 5 anos, percebeu que algo não estava indo bem. Após longa peregrinação por um diagnóstico correto e local para atendimento adequado para ele, eis que surge uma esperança: a chegada da primeira Clínica-escola do Autista em Itaboraí. Única no Brasil, é o primeiro local neste molde a oferecer atendimento gratuito para autistas, se tornando referência em todo o país.
Fisioteraupetas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicopedagogos, nutricionistas e um neuropediatra compõem o time multidisciplinar, conforme manda a lei. Inaugurada em abril deste ano, o ambiente é resultado de muita persistência. Berenice Piana, moradora da cidade, compara sua luta pelos direitos dos autistas a uma via crucis. Lutando durante três anos e meio para que a lei que leva seu nome se tornasse realidade, ela se manteve firme até a conquista da implementação da clínica, que hoje conta com a consultoria gratuita de especialistas americanos e holandeses, com projetos voltados para o tema consagrados em seus respectivos países.
Sancionada em 2012, a lei 12.764 é o primeiro caso de sucesso no senado como legislação participativa. Fruto da determinação de Berenice, que buscou apoio nas redes sociais pedindo para que as pessoas apoiassem a causa enviando e-mails cobrando aos políticos. Mãe de um rapaz autista, ela lembra as dificuldades que passou com Dayan, hoje com 20 anos.
— Ele tinha um grau severo de autismo, não falava, e só foi diagnosticado aos seis anos. As pessoas costumam subestimar a capacidade do autista. Lembro-me quando, aos quatro anos, ele pulou o muro da escola e desapareceu. Fiquei desesperada — emociona-se Berenice — A escola regular não está pronta para receber uma criança assim. É preciso um preparo prévio do aluno, como o que é oferecido na clínica, para que ele seja inserido — enfatiza.
A Clínica-escola fica na Rua Comandante Ari Parreiras 327, em Venda das Pedras. Atualmente há 35 vagas a serem preenchidas, mas o atendimento só está disponível aos moradores de Itaboraí.


FONTE AQUI!

Projeto de Lei entregue à Presidenta Dilma Rousseff

Na luta pelos direitos dos nossos autistas, foi entregue à nossa Presidenta Dilma Rousseff uma camiseta da AMA-Caxias e uma cópia da Proposta de Projeto de Lei para instituir uma política municipal de atendimento integrado à pessoa com transtorno do espectro autista em Caxias do Sul-RS. Este projeto foi protocolado junto ao gabinete do Prefeito em novembro de 2013.

Menino com autismo vira contador de histórias em escola de Itanhaém, SP

Um menino autista de 10 anos virou o contador de histórias de sua classe em uma escola municipal de Itanhaém, no litoral de São Paulo. Diego Escada Louzada apresentou, desde pequeno, as características do transtorno, mas a convivência com outras pessoas na escola lhe trouxe mais conhecimento do mundo e de si. O jeito inibido, característico do autismo, é pouco perceptível em Diego enquanto ele brinca de contar histórias para a turma e é aplaudido pelas outras crianças. O que poderia ser considerado um desafio para qualquer autista, é um prazer para ele.
Tatiana Escada descobriu que o filho tinha autismo quando o menino estava com três anos. Ela começou a notar algumas atitudes estranhas do filho. “Ele apontava as coisas, não falava o que queria, tinha resistência à dor. Com um barulho muito estridente, ele colocava as mãos nos ouvidos. A gente foi reunindo os fatos e fomos a um neurologista”, conta ela.
Segundo o Ministério da Saúde, o autismo é considerado uma síndrome neuropsiquiátrica. Embora seja uma etiologia específica que não tenha sido identificada, estudos sugerem a presença de alguns fatores genéticos e neurobiológicos que podem estar associados ao autismo. Diversos sinais e sintomas podem estar ou não presentes, mas as características de isolamento e imutabilidade de condutas estão sempre presentes. Tatiana diz que a notícia foi um baque para ela e a família. “Você se questiona muito. Até entrei em uma depressão. Depois, li muito sobre o assunto e comecei a entender e foi fluindo. Hoje eu trato ele como uma criança normal”, fala. Após o diagnóstico, Diego iniciou o tratamento com fonoaudióloga, pedagoga e neuropsicóloga. 
Tatiana e o Diego saíram de Santos, onde moravam com o pai do garoto, e foram viver em Itanhaém. Mesmo com o transtorno, Diego foi matriculado na escola municipal Maria Graciette Dias, pelo sistema de inclusão. “O Diego é um autista. Todos os autistas têm direito a um estagiário. Eles são estudantes e ficam com essas crianças de inclusão. Na nossa escola, a gente tem uma média de 13 crianças especiais.”, explica a diretora Rita de Cássia Brandão Gouvêa.
A professora  Marlene Carraro Mucsi, de 50 anos, diz que Diego chegou na escola muito arredio e não gostava muito de ter contato com as pessoas.  Ela só acompanhava o menino de longe, mas, neste ano, começou a dar aulas para Diego. “Já tinha trabalhado com outras deficiências, mas com autismo foi a primeira vez”, diz. A professora foi aprendendo a lidar com o menino no dia a dia. “O grau do autismo dele é leve, não há necessidade de trabalhar atividades diferenciadas com ele, o que precisamos é respeitar o tempo. A gente conhece outros autistas que são agressivos, inquietos, não param sentados em sala de aula. Não é o caso dele”, explica a professora. Ela ressalta que Diego acompanha as lições na classe do 5º ano como qualquer outro aluno. Segundo Marlene, o menino lê muito bem, é alfabético, consegue fazer contas e resolver os problemas de matemática.
A convivência com outras crianças e os cuidados das professoras fez o menino melhorar de comportamento e também a ganhar mais conhecimento. Na escola, ele também descobriu, principalmente, a aptidão para o desenho e animação. A mãe dele conta que o menino adora ficar no computador, vendo vídeos, fazendo desenhos e criando histórias, principalmente, com o Mickey, o personagem preferido de Diego.
Na sala de aula, ele coloca os desenhos na lousa digital e vira um contador de histórias, interpretando os personagens. “Eu faço a narradora e ele o Mickey. Na verdade, ele não lê a história, ele decora as falas. De vez em quando, é no início da aula, às vezes, é no final”, explica a professora. Do outro lado da sala, estão diversos outros alunos com a mesma idade de Diego. Eles riem com a interpretação do menino, entendem a história e, no final, batem palmas pela apresentação do colega de classe. “Para ele é bom. A questão de ele desenhar bem também motiva as outras crianças a quererem desenhar como ele. Já cria um convívio, uma proximidade”, diz a mãe do menino.
Por causa da contação de histórias, Diego também passou a ter mais comunicação com as pessoas, mesmo que, assim como outros autistas, não goste de muito contato físico. Tatiane vê o quanto o filho melhorou no âmbito social. “Ele começou a evoluir de uma maneira tão rápida, até na questão de amizade, tem mais carinho, mais afeto das outras crianças, tem a estagiária que fica direto com ele. Eu me arrependi de não ter colocado antes nessa escola”, admite.
Já Diego mostra orgulhoso os desenhos do Mickey, expostos em um painel que foi colocado em um dos corredores da escola. Para a mãe, o futuro do filho sempre estará ligado ao mundo da animação. “Ele fala que quer trabalhar na parte de animação de estúdios. Eu acho que é o que ele vai acabar seguindo”, diz Tatiana.

FONTE AQUI!

Evento alusivo à Conscientização Mundial do Autismo em Caxias do Sul-RS


 Ocorreu no dia 06 de abril de 2014 o evento alusivo ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo (02 de abril) em Caxias do Sul RS. Familiares, amigos e profissionais prestaram seu apoio à causa tornando-a cada vez mais forte!

É emocionante estar entre aqueles que que percorrem o mesmo caminho com muito amor...
Em breve criarei um vídeo homenageando os amigos que estavam presente!

domingo, 1 de junho de 2014

Aos 96 anos, idosa realiza sonho de aprender a ler e escrever

Maria Aparecida é um verdadeiro exemplo de que nunca é tarde para iniciar a realização de um sonho. Aos 96 anos, ela vai à escola e já aprendeu a ler e escrever.

02 de abril - Dia da Conscientização Mundial do Autismo em Caxias do Sul/RS

Sei que estou bastante atrasada em minhas postagens e mesmo assim, corro em compartilhar mais um pouquinho da nossa caminhada...
Realizamos algumas reuniões com a Coordenadoria da Acessibilidade da Prefeitura de Caxias do Sul para organizarmos os eventos alusivo ao Dia da Conscientização Mundial do Autismo de 2014.



 Recebemos total apoio deste setor, que também se comprometeu com a iluminação azul em alguns pontos turísticos da cidade. 


O nosso lindo chafariz da praça Dante Alighieri também recebeu a cor de azul e muitas famílias fizeram questão de registrar junto as pessoas que amam e fazem parte de sua história com fotografias e vídeos. A AMA-Caxias também deixou uma faixa explicativa na Catedral.





No dia 02 de abril, uma queridíssima e competente amiga ministrou uma palestra sobre inclusão no anfiteatro da Câmara de vereadores. Renata Bonotto trouxe muito conhecimento e esclarecimento sobre o tema, além de partilhar sua experiência de mãe de um menino dentro do espectro autista.



Após a palestra ocorreu uma mesa redonda para debater o tema, a qual tive a honra em participar e também levar um pouquinho da minha experiência com o autismo.



O querido amigo Alberto Meneguzzi forneceu-me a oportunidade de falar sobre o tema na Rádio São Francisco SAT, sendo mais um meio de promover informação. Também recebemos o apoio da Rádio Caxias e da RBS.
A vereadora Denise Pessoa também relatou na Câmara de Vereadores as dificuldades enfrentadas pelas famílias e pessoas com a síndrome.



Ficamos satisfeitos com todo apoio recebido para chamarmos a atenção  da sociedade sobre o autismo. Acreditamos que a informação é o maior meio de combater o preconceito e alcançarmos um mundo mais solidário, justo e acolhedor.
E como frisamos na palestra: Cada um de nós é peça fundamental no processo da inclusão. 
Qual peça você representa?




sábado, 31 de maio de 2014

Indra lança plataforma para ajudar no aprendizado de pessoas com autismo

A empresa de consultoria Indra anunciou nessa segunda-feira (15) o lançamento de uma plataforma educativa para pessoas com Transtornos do Espectro Austista (TEA). Por meio do uso de realidade virtual, a plataforma visa ajudar em aspectos como aprendizado básico, melhor conhecimento do entorno e habilidades de comunicação. 
O protótipo experimental, desenhado para seu uso em PC com a ajuda da tecnologia Kinect, já está disponível para download gratuito no site de Tecnologias Acessíveis da empresa.
A plataforma, denominada SAVIA (Sistema de Aprendizagem Virtual Interativa para pessoas com autismo e dificuldades de Aprendizagem), é fruto de um projeto de P&D liderado pela Indra e no qual também participaram o Grupo de Autismo e Dificuldades de Aprendizagem da Universidade de Valência, na Espanha, e a consultora digital Secuoyas. 
Para assegurar que a solução se adapte às necessidades reais dos usuários, a empresa também contou com a colaboração de diferentes organizações, como a Associação Autismo de Ávila e a Fundação Adapta, tanto para colher informações como para a validação das ferramentas. O projeto faz parte do subprograma Avanza Competitividad I+D+i do Ministério da Indústria, Turismo e Comércio espanhol.
O projeto
A linha pedagógica da SAVIA e a definição das ferramentas foram projetadas para apoiar a intervenção formativa e educativa que profissionais e familiares realizam com as crianças autistas. Para tanto, foram identificadas as habilidades-chave afetadas no desenvolvimento da criança autista a partir de um profundo estudo bibliográfico. Também foram analisados os programas de intervenção que contam com maior eficiência demonstrada na melhora destas habilidades, dando lugar a sua versão eletrônica.
Os games desenvolvidos para esta plataforma são a grande atração para as pessoas com TEA, os quais permitem trabalhar diferentes aspectos. Tudo isso foi possível graças às enormes possibilidades que as tecnologias inovadoras permitem na SAVIA.
Aprendizagem pelo jogo
A SAVIA conta com três grupos de games diferenciados que trabalham aspectos específicos. O primeiro deles, "Aprender a aprender", se apóia em princípios fundamentais da intervenção no autismo como estrutura visual, a claridade visual, o aprendizado escalonado e os pictogramas. 
No jogo "Conhecendo o entorno" são aproveitadas as possibilidades da realidade virtual para que a criança possa manipular o entorno visual e, desse modo, aprender conceitos básicos visuais e espaciais (formas, tamanhos, cores, posição, quantidade, entre outros).
Uma vez dominada a estrutura visual e os conceitos básicos, a SAVIA oferece um completo jogo para a intervenção na Comunicação referencial, uma ferramenta colaborativa que pretende servir de complemento a outros programas, sejam tecnológicos ou não, que se encontram orientados a favorecer o desenvolvimento da comunicação em crianças com TEA.
Testes
Em uma avaliação preliminar, todos os jogos foram testados com crianças de desenvolvimento típico e por pessoas com autismo e outras deficiências intelectuais, com resultados claramente positivos. A facilidade do uso, a maior velocidade de aprendizado que no entorno real e a menor probabilidade de erro são algumas vantagens mostradas pelo protótipo experimental.
A ferramenta continuará sendo avaliada pela Associação Autismo de Ávila, mas está a disposição da sociedade de forma livre. Assim, pessoas e instituições podem se interessar e colocar suas sugestões e considerações com o objetivo de seguir aprimorando a solução.
Graças a SAVIA, as pessoas com TEA podem trabalhar em um ambiente que lhes seja agradável, controlado e compreensível, para potenciar suas habilidades e desenvolver aquelas que tenham mais problemas, melhorando no possível sua qualidade de vida. As famílias contam com um elemento para colaborar ativamente no desenvolvimento de seus filhos, facilitando o aprendizado de maneira simples, acessível e facilmente compreensível.
Para os profissionais, uma ferramenta como a SAVIA, com interfaces e conteúdos altamente configuráveis e adaptáveis a cada pessoa, facilita seu trabalho e aumenta sua eficiência, ao reduzir o tempo que dedicam para preparar materiais reais equivalentes aos oferecidos nos jogos virtuais.
Compromisso com as Tecnologias Acessíveis
O projeto SAVIA está alinhado ao compromisso da Indra com o desenvolvimento de Tecnologias Acessíveis, soluções e serviços inovadores que facilitam o acesso à tecnologia e a integração social e laboral das pessoas com deficiência.
Como parte de sua responsabilidade corporativa, a Indra já desenvolveu mais de 40 projetos de P&D e conta com 12 Cátedras de Investigação em Tecnologias Acessíveis em colaboração com diferentes universidades, associações e fundações, como a Fundação Adecco, na Espanha. A iniciativa tem um alcance internacional, tanto pelo próprio impacto global das soluções desenvolvidas, como pelo desenvolvimento de cátedras na Argentina e México, e a colaboração com 48 instituições do conhecimento em 18 países.

Google lança plataforma online Sala de Aula para ajudar professores

Novidade permite que educadores criem e recebam lições, além de organizar pastas específicas para cada aluno no Drive. Recurso chega oficialmente em setembro.
O Google anunciou nesta segunda-feira, 6/5, o lançamento de uma plataforma online gratuita para ajudar os professores a terem mais tempo e, consequentemente, também melhorar o aprendizado dos alunos.
Espertamente chamada de Sala de Aula, a novidade permite que um professor crie e receba tarefas, melhores a comunicação com a sua classe, crie pastas no Google Drive para cada aluno visualizar suas lições e, assim, melhorar a organização do ensino. Com isso, a intenção da gigante de buscas é otimizar o tempo dos professores para que eles “possam ser melhores educadores e evitar o trabalho pesado”. 
De acordo com um post sobre o assunto, o Google passou 2013 trabalhando juntamente com professores e educadores para entender melhor como simplificar seus fluxos de trabalho. Até o momento, a empresa tem trabalhado com cerca de uma dúzia de escolas e universidades em uma espécie de projeto piloto.
O lançamento do preview da plataforma nesta semana acontece em razão do Teacher Appreciation Day, data comemorada nesta segunda nos EUA. A chegada oficial do Sala de Aula acontece em setembro. A plataforma poderá ser usada por professores de qualquer instituição que use o Google Apps for Education.

sábado, 10 de maio de 2014

Feliz Dia das Mães!

Fica minha homenagem a todas as mamães, as quais não existe guerra que as façam desistir de seus filhos! As quais jamais os abandonam e sempre oferecerão todo o seu amor: amor incondicional!