domingo, 29 de dezembro de 2013

Um EXCELENTE 2014 a todos!


Desejo com imenso carinho um EXCELENTE 2014 a todos!
Que nele exista muito amor! Amor ao próximo, amor a Deus, amor em tudo que realizar, amor em cada passo, amor à vida!
Fuja dos padrões pela grandiosa oportunidade de amar!


"Onde não puderes amar, não te demores."

Augusto Branco

ADOÇÃO - O Parto do Coração

Neste livro, a adoção é vista “de fora”, enquanto conceitos e julgamentos a “vêem de dentro”, sem recíproca, tão presente como está no espírito e no coração de cada adotante, pelo desencontro de posições a respeito das relações multisseculares do gênero humano, intrigantes acima de tudo.
Quanto aos costumes ainda desconhecidos, evoluções sem precedentes com o progresso do homem, deram para a adoção uma fisionomia nova, por suas mentes brilhantes em sua expressão, superando dissidências, unindo forças e irmanando povos.
A adoção de um ser humano, mesmo sendo consagrada desde os tempos imemoriais, deve ser cada vez mais estimulada em todos os campos de nossas atividades.
Falar sobre adoção parece estar entre o dever de todos, pois pensando no espírito das novas gerações que vicejam, é oportuno e necessário tomar conhecimento desse processo, pelas circunstâncias deste mundo multipolarizado e de diretrizes incertas dos nossos dias.

Sintomas de autismo desaparecem em algumas crianças quando crescem, afirma estudo

Algumas crianças com diagnóstico de autismo quando pequenas veem desaparecer completamente seus sintomas quando crescem, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos.
"Embora o autismo geralmente persista durante toda a vida, esta descoberta permite pensar que esta síndrome poderia experimentar evoluções muito diversas", afirmou Thomas Insel, diretor do Instituto Americano de Saúde Mental (NIMH, na sigla em inglês), que financiou os trabalhos.
A pesquisa foi realizada pela doutora Deborah Fein, da Universidade de Connecticut, com 34 jovens de 18 a 21 anos, que tinham sido diagnosticados com autismo em idades muito retomas e que, com o passar do tempo, tinham uma vida completamente normal.
Estes jovens não apresentavam mais problemas de expressão, comunicação, reconhecimento de rostos ou socialização, sintomas característicos do autismo.
A pesquisa, publicada na revista Child Psychology and Psychiatry, se concentrou em descobrir se o primeiro diagnóstico de autismo era suficientemente exato e se os sintomas efetivamente tinham desaparecido.
A resposta foi afirmativa nos dois casos, destacou o doutor Insel.
Os resultados deste estudo levam a crer que as dificuldades de socialização destas crianças eram mais brandas, embora tenham sofrido problemas de comunicação e movimentos repetitivos tão severos quanto os demais autistas.
Para a avaliação mental destes 34 indivíduos estudados, os pesquisadores usaram testes cognitivos e de observação comum, bem como questionários enviados aos pais.
Para participar do estudo, os jovens tinham que estar em cursos regulares na escola ou na universidade e não se beneficiar de nenhum serviço especial para autistas.
No entanto, a pesquisa não conseguiu determinar a proporção de crianças diagnosticadas com autismo que, no futuro, terão visto os sintomas desaparecerem com o tempo.
"Todas as crianças autistas são capazes de progredir com as terapias intensivas. Mas no estado atual dos nossos conhecimentos, a maioria não chega a fazer os sintomas desaparecer", disse o doutor Fein, que espera que novas pesquisas ajudem a entender melhor os mecanismos desta doença.

Série de fotos mostra terapia com animais em um hospital em 1956

Já se sabe dos benefícios da presença dos bichos em recuperação hospitalar há bem mais tempo que imaginávamos, como podemos constatar em um ensaio datado de 1956 do fotógrafo da revista LIFE Francis Miller. Ele visitou o University Hospital, em Ann Arbor, Michigan (EUA), para mostrar a prática da terapia animal, que já era usada com sucesso há mais de 30 anos para amenizar a dor das crianças internadas e ansiedade. Confira aqui!
Aqui no Brasil, um hospital já liberou a visita de animais de estimação à seus pacientes. Veja aqui!











Corredor com câncer no cérebro leva filha com paralisia às provas


O maratonista Iram Leon, 33, recebeu o diagnóstico de câncer no cérebro há três anos. Depois de uma cirurgia, ele retomou as provas levando a filha, Kiana, 7, que o acompanha num carrinho de bebê. 
Sou pai solteiro e tenho câncer terminal no cérebro; quero deixar para minha filha, Kiana (de sete anos), o máximo de boas memórias.
A primeira vez que a levei para correr foi para tentar fazê-la dormir. Saímos pelas ruas de Austin, Texas, onde moro, mas não deu certo. Quando voltamos, ela estava ainda mais acesa no carrinho.
Foi então que descobri que ela gostava de correr, e passamos a fazer isso para ficarmos juntos mais tempo.
Hoje minha situação é estável, o tumor não tem crescido. É mortal em grande parte dos casos, mas há sobreviventes. Não sei se correr ajuda, mas algumas pesquisas dizem que sim.


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Eu tinha um cachorro preto, seu nome era depressão. [LEGENDADO]

Esta animação visa esclarecer e conscientizar sobre uma doença que afeta milhões de pessoas: a depressão.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Um Menino (TEA) e o seu Cão

Nathan foi diagnosticado com Síndrome de Asperger aos nove anos de idade, sempre lutou com o "ser diferente" e estava tendo um momento difícil na escola. Seus pais acharam que um animal treinado poderia ajudá-lo, mas nem todos estavam dispostos a aceitar o cão como Nathan e sua família e enfrentaram muitos desafios na escola.
Contada do ponto de vista de Nathan, essa é a história de um menino e seu cão...



Feliz Natal!




Quero Desejar a todos um Feliz Natal!

Não devemos esquecer do verdadeiro Aniversariante e o presente de maior valor é o que oferecemos do coração!
Meu melhor presente, é vocês que fazem parte na dossa história!

Um abraço beeemmmm apertado!




domingo, 22 de dezembro de 2013

Autismo - Necessidades Sensoriais


A maioria das pessoas com autismo apresentam desordem no processamento sensorial, podendo ser hipossensível ou hipersensível a determinados estímulos externos.
Quando conhecemos as  necessidades sensoriais dos nossos filhos torna-se  mais fácil evitar e/ou trabalhar o que lhes causa desconforto.
Geralmente quando estamos diante de um indivíduo, pensamos que ele "funciona" exatamente como nós e por isso grande parte dos autistas são ignorados em suas necessidades sensoriais. Esta desordem causa muitas vezes sofrimento e em alguns casos, até mesmo dor física.
Segue uma lista para poder avaliar as necessidades sensoriais do seu filho: (Avaliação retirada do livro: Mais do que Palavras  Autor: Fern Sussman)

MOVIMENTO

 Hipossensível ao movimento e busca o movimento assim:
  • pulando;
  • balançando o corpo;
  • girando;
  • gostando de brincadeiras “brutas”, por exemplo, ser jogado para o alto;
  • correndo de um lado para o outro
Hipersensível ao movimento assim:
  • mostrando medo em escadas e escadas rolantes;
  • mostrando medos em balanços, gangorras e escorregadores;
  • irritando-se ou enjoando-se ao andar de carro
TATO

Hipossensível ao tato e busca essa sensação assim:
  •  gostando de longos abraços;
  •  enrolando-se em cobertores;
  • espremendo-se em locais apertados (por exemplo, atrás do sofá);
  •  insistindo em usar roupas justas;
  •  deitando esparramado no chão;
  •  esbarrando nas pessoas;
  •  batendo palmas;
  •  segurando objetos;
  •  pondo objetos na boca;
  •  rangendo os dente;s
  •  raramente chorando quando se machuca
Hipersensível ao tato:
  • não gosta de coisas pegajosas nas suas mãos (por exemplo: massinhas, argila e tinta);
  • gosta ou detesta certas texturas de roupas;
  • não gosta de vestir chapéus e luvas;
  • não gosta de lavar ou cortar o cabelo;
  • não gosta de comidas crocantes ou difíceis de mastigar
SOM

Hipossensível ao som:
  • parece não ouvir o que as pessoas dizem;
  • gosta de música e certos sons;
  • gosta de brinquedos que fazem certos sons;
  • gosta quando ouve voz em tom animado


Hipersensível ao som:
  • Tapa os ouvidos;
  • Gosta quando ouve uma voz macia;
  • Chora diante de elétrodomésticos (lava-louças, aspirador de pó, secador de cabelo

VISÃO

Hipossensível a coisas que vê e procura sensações visuais assim:
  •  acendendo e apagando as luzes;
  • observando movimentos repetitivos (por exemplo: o virar de páginas de livro, o abrir e fechar de portas, seus dedos se mexendo diante de seu rosto);
  •  enfileirando coisas;
  •  olhando para as coisas com o canto do olho;
  •  olhando para as coisas de ângulos incomuns
Hipersensível a coisas que vê e às vezes evita algumas sensações visuais:
  •  prefere o escuro;
  •  pisca frequentemente;
  •  evita o sol

OLFATO E PALADAR

Hipossensível a alguns cheiros e gostos e busca estas sensações:
  •  explora coisas lambendo e cheirando-as;
  •  gosta de comidas muito condimentadas
Hipersensível a alguns cheiros ou gostos e evita estas sensações:
  • gosta de comidas suaves ou insípidas;
  • é sensível a certos cheiros (por exemplo: perfume)

Avaliação retirada do livro: Mais do que Palavras  Autor: Fern Sussman

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Pelos Direitos dos Autistas


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, nossos filhos autistas não são "bestas feras” soltas no mundo prestes a atacar as pessoas. Assim como os seus filhos ditos "normais", eles são cidadãos que também pensam, que sonham, que crescem, que tem família, que choram, que riem ,enfim, que crêem assim como o seu filho em um futuro melhor. Portanto, exigimos que nossas crianças sejam tratadas com respeito, com dignidade, assim como o seu filho é tratado. Nós, pais de "especiais” também temos o direito de dar escola, lazer, saúde e educação aos nossos filhos, pois ao contrário do que vc pensa, eles tem sim potenciais para se tornarem adultos que colaboram e que prestam serviço ao País assim como o seu filho " normal“. É muita hipocrisia dizer que não existe preconceito em nosso País, pois só quem vive e sente na pele é que pode dizer... Deixem que torçam o nariz, que façam cara feia, mas façamos valer os nossos direitos e os direitos de nossos filhos para que mais tarde não tenhamos que nos envergonhar por não ter lutado por eles. Vamos sair, mostrar nossos filhos, gritar pro mundo o nosso amor por eles!! A incompreensão, a intolerância, o desconhecimento, pode vir de todos os lados, menos de nós!!! E viva a diversidade!!


Texto de:

Lorena Prado - Coordenadora do GAJ (Grupo Autismo Jataí-GO) e mãe de um garoto autista de 07 anos.