quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Nicholas Winton, o herói anônimo

Que cada um de nós possa ousar em fazer o que todos julgam impossível e tenham consciência do quanto podem representar...


Reabilitação e Acessibilidade para deficientes físicos e neuro motores

Nesta matéria, próximo aos 32 min. deste vídeo, Ângelo aparece em uma sessão de equoterapia!
O programa revela a verdade "nua e crua" sobre inclusão e acessibilidade em nosso Estado e o que está sendo feito pela ciência para reabilitar as pessoas com deficiências físicas e neuro motoras.
Participam 17 pessoas, entre médicos, fisioterapeutas, comerciante de aparelhos para acessibilidade e pacientes.


Ângelo faz diferenciação!

Olhem o Ângelo separando animais, carros e seres humanos em uma atividade com a prof. AEE Mara Rossatto!
É uma paixão!


Use o cinto de segurança


 




Olá amigos!
Venho compartilhar um grande exemplo de superação!
O livro está disponível na pág.: https://www.facebook.com/rafaelmedeirosoficial

Escola, Inclusão e Internet

Em muitos fóruns e até mesmo em cursos, houve professores que questionaram a presença de crianças com deficiência na escola. Já ouvi coisas do tipo:
  •  " Por que colocar essas crianças na escola se nunca aprenderão nada?"
  •  " Coitados dos cadeirantes vendo os outros andar."
  •  " Entendo que a família desejou e esperou esta criança, mas querer que ela seja "normal" é um pouco demais."
  • " Um cego precisa apenas aprender a andar na rua, o que não vai acontecer nos espaços de uma escola." 
Sim, já ouvi muitas besteiras.... Mas a minha esperança, até mesmo por encontrar estas pessoas nestes ambientes (cursos, fóruns, palestras) é de estarem procurando algum tipo de apoio. Seja para qualificar seu trabalho ou se posicionar contra a inclusão e torço para ser a primeira hipótese.
Sempre me posicionei a favor da inclusão, embora não como substituição do atendimento especializado, pois até mesmo as crianças típicas por vezes necessitam do apoio de outro profissional para alcançar o desempenho desejado. Não há coerência em retirar o apoio multiprofissional das crianças que enfrentam limitações por estarem frequentando uma escola regular. 
Há grandes benefícios alcançados pela inclusão quando encontramos profissionais comprometidos! Há benefícios para as crianças típicas que entendem limitações das quais não vivem e estudos comprovam que se tornam adultos mais bondosos, determinados e tolerantes. E claro, benefícios para as pessoas com deficiência, que passam a "copiar" as outras crianças e absorvem melhor as regras sociais. E sim, TODOS PODEM APRENDER ALGO! Somando isso, o benefício é  para a sociedade de forma geral, diante de futuros adultos (engenheiros, médicos, secretárias, vendedores....) que lidarão com as diferenças de forma natural, compreendendo as limitações e lembrarão das adaptações que a sociedade necessita (como rampas, por exemplo).
Estamos em uma era de mudanças significativas na educação e se fecharmos os portões para as pessoas diferentes e não compreendermos a importância social que a escola representa, podemos lacrar os portões, pois a inclusão é para todos, somos todos diferentes. Se jogarmos fora, a responsabilidade social de uma escola e mantê-la apenas como transmissora de conteúdos, nos dias de hoje a internet já o  faz e de forma muito mais atraente! Através da internet temos acesso à artigos, livros, vídeos, imagens, troca de mensagens e  podemos  visitar  municípios, estados ou países de forma virtual. É uma ferramenta fascinante! Deve ser usada com cautela, mas não ignorada.
Precisamos  inovar, ousar e ter o compromisso de tornar cada individuo uma pessoa melhor para a sociedade. Temos o compromisso de acompanhar as mudanças que ocorrem, nos atualizar.
A educação é uma formação contínua tanto para quem aprende, quanto para quem ensina.
Embora o vídeo não fale exatamente sobre inclusão, ele resume a educação e a necessidade de estar sempre em busca de  atualização frente a esse compromisso social.






Conversando sobre Autismo - UCS



Olá queridos amigos! Venho compartilhar com vocês as fotos de uma palestra que fiz na UCS sobre autismo na semana acadêmica de psicologia. Fui convidada pelas alunas de psicologia Gabrielli Rocha e Luani Paim, as quais sentiram interesse em levar o tema à sociedade.
Como todos sabem, tenho dois lindos e adoráveis filhos e o meu caçula Ângelo me trouxe esse desafio especial: conhecer o autismo.
O autismo é um distúrbio abrangente que afeta a comunicação social e o comportamento. Ele pode acontecer em qualquer família e é mais frequente em meninos do que em meninas.
Apesar de ter graduação e duas pós-graduações, precisei procurar cursos específicos e direcionados ao autismo, pois ainda encontramos carência de informação atualizada nos cursos de formação. Enquanto poucos procuram conhecer, outros tantos estão presos em conceitos antigos nas universidades.
Sei que muitos profissionais defendem a idéia de que as crianças não perdem habilidades e sim os pais não percebem as características do autismo em crianças muito pequenas. Diante da experiência de antes ter sido mãe de uma criança típica, posso afirmar que meu filho apresentou regressão a partir de um ano e meio após uma febre. O filho de uma amiga próxima, se desenvolveu como uma criança típica até os 6 anos e depois de crises convulsivas, perdeu habilidades. E uma infinita lista de pais que perceberam sim, regressão do comportamento em seus filhos. Porém, há aqueles que acionam o sinal de alerta ainda quando bebês: mamam sem olhar para mãe, são muito quiétinho, não choram quando estão com a fralda suja, não estranham as pessoas que não são do seu convívio ou preferem o berço do que o colo da mãe. Esses sinais não definem um diagnóstico, mas pode-se iniciar uma intervenção.
Além de inúmeros cursos, frequento grupos de estudos desde a fase em que ele regrediu. Os grupos são formados por pais e profissionais e alguns acontecem de forma virtual. Porém, não existe formação maior do que o dia a dia, sentir na pele, aprender diante da experiência e do amor. Muito amor.
Engana-se quem lê sobre autismo, convive com uma pessoa com autismo e julga-se entendedor da síndrome.  Apesar das mesmas dificuldades, as pessoas a vivenciam de forma diferente. Existe um indivíduo com preferências, sonhos, desejos, humor antes de olharmos o diagnóstico.
Algumas pessoas com autismo são capazes de viver de modo relativamente independente, mas a maioria precisará de apoio especializado para o resto da vida.
Acreditamos que a informação seja a nossa maior arma para acabar com o preconceito e promover a verdadeira inclusão na sociedade. Afinal, ser diferente é ser normal, ser indiferente que não é.
Contamos sempre com o apoio daqueles que verdadeiramente estão dispostos a acrescentar na vida do próximo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Atividade do Ângelo

Esta é uma atividade criada para o Ângelo e ela possui amplas possibilidades a ser explorada...
Em primeiro momento, criamos as vogais com fita durex colorida em folhas de papel desenho dividas ao meio. Em seguida, o Ângelo escolheu a cor da tinta que desejava utilizar e preencheu todos os cartões das vogais utilizando um rolinho. Escolhi um rolinho por saber que ele não teria paciência para preencher os espaços utilizando outro material.


 Assim que a tinta secou, exploramos o movimento de pinça retirando o durex colorido dos nossos cartões das vogais.


Infelizmente, esta foto saiu embaçada, mas é possível perceber a finalidade final da nossa atividade: a escrita.
Embora ainda seja difícil e mãozinha trêmula, Ângelo contornou todas as vogais dos cartões respeitando para não ultrapassar os espaços.
Estou muito orgulhosa deste menino! Ele luta e luta muito para superar suas dificuldades!


Companhia Aérea nega embarque de jovem com paralisia e caso vai parar na polícia

Quanto preconceito ainda existe diante ás diferenças... Lamentável!
Azul diz que recusou transporte para garantir segurança dos passageiros. Anac notificou a empresa para que dê uma resposta sobre a recusa.
A companhia Azul Linhas Áereas negou o embarque de um passageiro adulto com paralisia cerebral e o caso foi parar na polícia nesta terça-feira (30). A mãe do jovem de 33 anos, Mariângela Beghini, registrou um boletim de ocorrência por discriminação em Campinas (SP).
A família embarcaria para Curitiba, no Paraná, no aeroporto de Guarulhos, nesta manhã. No entanto, a viagem não aconteceu porque para a empresa, o jovem não poderia viajar dentro de uma aeronave. “Se pelo menos eles tivessem entrado em contato comigo antes, eu teria como recorrer, pegar um laudo do médico dele particular ”, conta a mãe.
Para confirmar a viagem, a mãe do rapaz afirma que seguiu todas as exigências previstas no caso de passageiros com necessidades especiais. Ela preencheu um formulário extenso sobre as características e condições físicas do filho e enviou o documento no dia 19 de dezembro.
Sem a confirmação do voo previsto para esta manhã, Mariângela cobrou uma resposta da empresa aérea um dia antes da viagem. A Azul alegou que tentou um contato com a família, mas não conseguiu e enviou uma declaração dizendo que recusou o transporte do passageiro para garantir a saúde e segurança dele e dos demais passageiros.
“Ele é muito sociável, ele está comigo em todos os lugares, nós vamos em restaurantes e passeios e ele não dá trabalho nenhum. A proteção dele, a segurança dele, estaria eu e meu marido no voo, então, ele não precisaria de nenhuma ajuda”, explica a mãe.
Após o transtorno, a família conseguiu comprar passagem para Curitiba, mas por outra empresa aérea. “Eu acho que as pessoas com deficiência não podem ser desrespeitadas. Ninguém pode ser. A gente tem que mostrar que eles estão aí, são pessoas iguais a nós, e acho que a inclusão está aí”, destaca a mãe.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Um relato sobre a síndrome de asperger

Este vídeo é um relato de como é ter a síndrome de asperger. Em dois dos cursos que fiz, ele foi apresentado ao público e por isso, vim compartilhar.


" Por que Heloisa?" Video lindo de uma menina com paralisia cerebral e seu dia a dia

Se você ainda não assistiu, assista ao lindíssimo "Por Que Heloisa?".
A animação é baseada no livro de Cristiana Soares e conta a história de Heloisa, uma menina com paralisia cerebral, enfrentando com muito bom humor situações, que poderiam, de início, parecer amedrontadoras. O curta defende uma Educação Inclusiva.