quinta-feira, 24 de maio de 2012

Estimule o desenvolvimento da criança com autismo

Brincadeiras e interação social trazem benefícios a quem tem essa disfunção


Diferente do que propõe o senso comum, o autismo não retira uma pessoa do convívio social. Sem dúvida, as habilidades de comunicação são prejudicadas quando há esse tipo de disfunção, mas os estímulos cognitivos realizados na intensidade adequada e com profissionais especializados são capazes de reverter alguns padrões de comportamento. 

"O autismo é uma síndrome comportamental de base neurobiológica, caracterizada por dificuldades de interação social e de comunicação e por padrões restritos de comportamento", afirma a psiquiatra Letícia Calmon Amorim, da AMA (Associação de Amigos dos Autistas) de São Paulo. Mas o tratamento disponível hoje em dia pode estimular uma criança a se desenvolver e ganhar mais independência. 

Não se conhece a causa exata do autismo, tampouco existe cura. Segundo dados do Center of Disease Control and Prevention, dos Estados Unidos, uma em cada 88 crianças está dentro do espectro do autismo. Esta denominação refere-se a todos aqueles que apresentam características da disfunção, que abrange diferentes graus de limitação. Dia 2 de abril é o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, aproveite para conhecer as atividades que ajudam no desenvolvimento da criança que tem essa disfunção.

Jovem autista canta perfeitamente e está prestes a gravar um CD


Kyle Coleman
O inglês Kyle Coleman, 25 anos, conseguia falar apenas três palavras quando foi descoberto em uma aula de musicoterapia em 2009

Diagnosticado com autismo aos 3 anos, o garoto inglês Kyle Coleman conseguia falar apenas três palavras. Em 2009, por acaso, sua mãe Caroline levou seu filho a uma aula de musicoterapia.
Diante do entusiasmo, a musicoterapeuta Carine Kelley passou a ir à casa do garoto duas vezes por semana. Ela descobriu que a música é uma forma instintiva de Kyle expressar suas emoções.
“Ficou claro imediatamente que ele tinha uma afinidade natural com elementos musicais e poderia recriar suas canções favoritas no teclado sem o conhecimento prévio”, disse a especialista.
Quando o garoto, que não falava até os 20 anos, canta, sua expressão ganha vida e ele se sente confiante. Ao perceber que seu filho tinha um dom, sua mãe levou-o a um estúdio de gravação para ver como ele se comportava. Sem se incomodar com a nova experiência, Kyle gravou sua canção favorita.
O proprietário do estúdio ficou tão impressionado com a capacidade dele que sugeriu a Caroline a gravação do CD como uma forma de arrecadar fundos para o tratamento do filho. Agora, 18 meses depois, Kyle está se preparando para a estreia, que será em abril.
“Nunca houve um álbum gravado por um jovem autista com linguagem limitada. O pai de Kyle era músico e morreu, de repente, há 2 anos em um acidente de moto. Acho que essa sua capacidade vem do seu pai”, disse à mãe ao jornal britânico Daily Mail.
Kyle gravou nove covers, entre eles músicas de Robbie Williams. Mas há uma música muito especial, que foi escrita especialmente para ele e fala sobre autismo. O CD está sendo apoiado pela Sociedade Nacional de Autismo e será lançado em 2 de abril, no Dia Mundial do Autismo. Todo o dinheiro arrecadado vai para instituições de caridade. O CD poderá ser comprado diretamente em www.kylecoleman.co.uk
Ouça uma das músicas de Kyle Coleman.
Fonte: Revista Crescer

Menino autista de 6 anos que canta e toca músicas clássicas

Ethan Walmark (http://www.thehour.com/ photo / Erik Trautmann)
Ethan Walmark (http://www.thehour.com/ photo / Erik Trautmann)
Ethan Walmark  é um garotinho autista de 6 anos de idade que toca piano e canta músicas pop, muitas vezes sem partitura. É incrível, mas ele ouve a música uma vez, guarda na memória e simplesmente começa a tocar.
Além de chamar a atenção por não precisar da partitura da música, ele encanta pela desenvoltura e graciosidade com que executa a música.
Assista um de seus vídeos tocando e cantando “Piano Man”, de Billy Joel, um clássico do cantor.
(http://www.youtube.com/watch?v=CpF3326_b5g)
“Eu acho que essa introdução de ‘Piano Man’ é melhor que a minha. Esse cara trabalhou com muito mais energia do que eu. Talvez ele possa me ensinar algumas coisas”, disse Billy Joel em um comunicado.
No domingo passado, os pais de Ethan emitiram um comunicado referindo-se ao comentário de Joel.
“Estamos honrados (…) que o Sr. Joel viu o vídeo de Ethan e tenha deixado um comentário tão bonito sobre a habilidade dele no piano. Se o amor e a alegria de Ethan com a música pode mudar opinião de uma pessoa sobre o autismo, estamos felizes”, disseram os pais num comunicado reproduzido pelo jornal The Washington Post.
Abaixo Billy Joel tocando e cantando “Piano Man”.

sábado, 19 de maio de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Com deficiência visual, acadêmico de direito é aprovado no exame da OAB


Símbolo de pessoa com deficiência visual

O sonho era antigo. Desde pequeno, o acadêmico Bruno Duarte Mello sabia o que queria ser quando crescer: advogado. A vida lhe trouxe alguns desafios, mas nada que não pudesse ser superado. Aos seis anos, perdeu a visão. Hoje, aos 20, o estudante do nono semestre do curso em uma universidade da Capital, comemora a aprovação no exame da Ordem dos Advogados (OAB/MS).
Ele é um exemplo de determinação. Diz sempre usar a frase bíblica “o pior cego não é aquele que não enxerga, é aquele que não quer ver”. Quando nasceu, enxergava, mas perdeu a visão do olho direito em função do glaucoma. Meses depois, após acidente de bicicleta, o outro olho também ficou comprometido.
Bruno conta que entrou na Universidade aos 16 anos e sempre recebeu apoio dos professores. “Todos se mostraram muito prestativos, o que estava ao alcance deles fizeram”, afirma o estudante. Ele se lembrou de dois docentes que marcaram significativamente a sua vida acadêmica: Vanessa Velasques e Regis Jorge Júnior. “Eles conseguiram fazer com que eu me sentisse em igualdade”, ressaltou.
A dedicação aos estudos é constante. Assim que concluir a faculdade, pretende fazer pós-graduação. Revela desejar também ser juiz do trabalho. “A minha virtude é ter foco. Quando tenho um objetivo, corro atrás”, conclui.

Fonte: Midia Max

Condenado a muerte por tener autismo


Talvez o pequeno suporte de sensacionalismo, mas, infelizmente, responde a uma situação que está acontecendo agora e é muito real. E não era um tribunal que deu uma sentença de morte, não, há muitas maneiras para condenar à morte uma pessoa.Neste caso, o condenado é chamado Paul Corby, tem autismo, vive na cidade de Pottsville, na Pensilvânia (EUA) e esta é a sua história.

Paul tem 23 anos, sofre de cardiomiopatia chamado de "não compactação do ventrículo esquerdo", esta doença cardíaca é complexo, mas atualmente existem diferentes técnicas para resolver ou melhorar o estado. Nós usamos uma variedade de terapias médicas, incluindo digoxina, diuréticos, inibidores da enzima conversora de angiotensina, agentes que reduzem a pós-carga, e para aqueles casos com suspeita de miopatia mitocondrial subjacente, um "cocktail metabólica", contendo a coenzima Q10, riboflavina, tiamina, e carnitina, e em última análise, como um transplante. É esta última opção que Paulo precisava de um transplante, mas Paulo foi se recusou a entrar no programa de transplante. Ele foi considerado inválido e não é considerado válido com base nesta resposta:
"Tenho recomendado contra o transplante por causa de problemas psiquiátricos, o autismo, a complexidade do processo, procedimentos múltiplos eo efeito desconhecido e imprevisível de esteróides no comportamento"
Em resumo, o autismo de repente se torna um aspecto fundamental para decidir se alguém é ou não válido para um transplante. É óbvio que você tem 23 anos (a menos que os pontos de idade), é óbvio que existe um risco de vida (Eles também marcar pontos), mas um prêmio negativo de ter autismo. É uma sentença de morte para o que Paulo está enfrentando, seu crime é simplesmente ter autismo. Qualquer um que tenha escrito um livro não parece ser a seu favor, ou é um jovem ansioso para viver, não, tudo isso não conta, tem autismo e nega o direito à vida.
Sua mãe, Karen Corby Berkheiser tomou medidas para obter todo o apoio possível, lançou uma petição e incentivá-lo a apoiar este pedido, você só tem que clicar AQUI e apoiar o pedido. Hoje é Paulo que precisam de ajuda, amanhã poderá tocar-nos, portanto, é nosso dever e nossa obrigação de difundir a história de Paulo, exercer pressão sobre as instituições, em suma, fazer uma mãe sinto que muitas pessoas caminham ao seu lado.



ANEXOS:

sexta-feira, 11 de maio de 2012