segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Uma história de amor...

Talvez quem passe por um parque de diversão, não consiga perceber quanto amor há nele. 
Entre vovós, mamães, papais e familiares que levam as crianças para brincar uma com as outras e ficam zelando por elas, mal percebem o quanto podem contribuir na história de alguém.
Aos meus olhos, nosso parquinho tem uma história de amor muito especial. Talvez ele seja mágico. A convivência entre as nossas crianças nos deixa grande exemplo de bondade, solidariedade e amizade.
Desejo a todos vocês, que tenham muitos e muitos amigos!
Que eles sejam tão lindos como os nossos!
Que Deus escolha a dedo, assim como os nossos foram escolhidos por Ele.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Pesquisa aponta: crianças que estudam música ficam mais inteligentes!

musica1 300x157 Pesquisa aponta: crianças que estudam música ficam mais inteligentes!
Vejam só, mamães! Uma pesquisa realizada pela York University e pelo Royal Conservatory of Musica de Toronto mostra que 90% das crianças que mantêm treinamento musical apresentam melhora na inteligência, com melhor conhecimento de vocabulário, tempo de reação e precisão. Esse estudo foi realizado com 49 crianças com faixa etária de 4 a 6 anos previamente estudadas, divididas em dois grupos, tendo lições duas vezes por dia, em sessões de uma hora, ao longo de 20 dias.

“Há muito tempo já sabemos da relação da música clássica e a inteligência, mas atualmente sabe-se que outros tipos de música e principalmente seu aprendizado poderá melhorar muito esse desenvolvimento, principalmente entre 4 e 6 anos. Também sabemos que a música pode auxiliar em quadros depressivos infantis e até sintomas de dores físicas”, diz o pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, Dr. Marcelo Reibscheid. “As crianças que ouvem música com frequência, e principalmente aquelas que estudam música, podem e normalmente têm um raciocínio mais rápido e maior facilidade de ganho verbal”.
Saiba mais:
- A partir de que idade as crianças podem ingressar para o aprendizado musical e se beneficiar com este aprendizado em diversas outras áreas do saber?
Dr. Marcelo Reibscheid – Este benefício pode acontecer em qualquer idade. Porém, pensando-se em aprendizado, concentração e estímulos o ideal é que as crianças comecem as aulas simples com 18 meses e aulas para aprendizado de algum instrumento musical entre 3 e 4 anos.
- Que tipos de resultados práticos podem ser citados como benefícios do aprendizado musical para as crianças? Aprendem, por exemplo, a falar mais cedo e mais corretamente? Saem-se melhor nas aulas de matemática? Relacionam-se melhor com os amiguinhos?
Dr. Marcelo Reibscheid – Todos os benefícios citados acontecem. Além disso apresentam melhora na inteligência, com melhor conhecimento de vocabulário, tempo de reação e precisão. Também sabemos que a música pode auxiliar em quadros depressivos infantis e até sintomas de dores físicas.
- Música clássica é o tipo mais recomendado?
Dr. Marcelo Reibscheid – Na verdade falava-se muito que a música clássica era a única que conseguia este estímulo. Hoje em dia sabemos que qualquer música pode estimular as crianças. O que ocorre com a música clássica é que por esta não ser a rotina da grande maioria das pessoas, ela poderá estimular outras áreas que até então não foram estimuladas. O ideal na verdade é que a criança escute a maior variedade possível de estilos musicais, para que assim várias regiões e áreas cerebrais sejam estimuladas.
- A música também ajuda a acalmar a crianças? Fazê-la dormir melhor, por exemplo?
Dr. Marcelo Reibscheid – Sim. Quando colocamos a música ao dormir, a criança se acalma, não se sente só no ambiente, muitas vezes “viaja” ao som e simplesmente dorme, sem precisar ser ninada.
- Se a criança não demonstra interesse pelo aprendizado musical, os pais devem insistir?
Dr. Marcelo Reibscheid – Com certeza. É muito difícil uma criança não gostar de músicas. Somos muito musicais ao nascer, já que sempre que conversamos com as crianças cantamos ou falamos cantado. É importante esta insistência, mas sinceramente, nunca vi uma criança que não gostasse de música.

Autismo: novo aparelho promete diagnosticar precocemente a doença em crianças



Divulgação/Lena
De criação da empresa americana Lena, o aparelho identifica sinais do autismo em crianças
Receber do médico o diagnóstico de que seu filho tem autismo não é fácil. Mas a descoberta precoce é fundamental para o futuro da criança. Com tratamentos especializados desde cedo, estimulando seu desenvolvimento social e comunicativo, ela aumenta suas chances de se adaptar ao mundo. Um novo aparelho chegou ao mercado americano com a esperança de ajudar no diagnóstico precoce. O Home Autism Detectorpode ser usado em crianças de 1 a 2 anos. 

O processo é muito simples. Os pais recebem uma roupinha e um pequeno gravador que deve ser usado na criança durante 12 horas. Depois, os dados das emissões sonoras são enviado para a fabricante do aparelho e, por meio de programas de computador, o resultado é emitido com 90% de eficácia. 

Para Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do projeto Autismo do Hospital das Clínicas de São Paulo, o recurso é válido. "Quanto mais precoce o diagnóstico, melhores serão as chances de tratamento". O aparelho custa cerca de 200 dólares (aproximadamente R$ 400). 


Diagnóstico precoce do autismo 

Um estudo apresentado no 7o. Encontro Anual para Pesquisa de Autismo, em Londres, traz uma boa notícia: já é possível detectar o autismo entre 9 meses e 1 ano de idade. 
A pesquisa, liderada por Mel Rutherford, professor de psicologia da Faculdade de Ciências da Universidade de MacMaster, do Canadá, usa uma técnica que mede a direção e a manutenção do olhar dos bebês enquanto ele observa imagens de faces exibidas na tela do computador. O método também permite distinguir entre um grupo de irmãos aqueles que poderão desenvolver o autismo.


Veja as 5 manifestações mais comuns do autismo

1 - Geralmente evitam olhares diretos. 


2 - Não gostam de contanto físico e podem cometer auto-agressão. 

3 - Parecem estar desconectados com o mundo e evitam ambientes com muita gente. 

4 - Possuem atraso na fala, hipersensibilidade a determinados sons e alterações no sono. 

5 - Mexem os dedos na frente dos olhos com frequência e fixam-se em objetos que produzem movimentos repetitivos.

Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Vídeo institucional

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Dilma lança Plano Nacional dos Direitos dos Deficientes

A presidente Dilma Rousseff se emocionou hoje ao lançar, no Palácio do Planalto, o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. "Este é um momento em que vale a pena ser presidente", disse Dilma, se mostrando bastante emocionada, sob aplausos dos presentes. Logo em seguida, Dilma foi interrompida por uma mãe que pedia mais atenção aos autistas. "Sou mãe de um autista e peço ao governo pelo amor de Deus que dê mais atenção aos autistas", disse a mulher. A presidente, porém, não respondeu, e continuou seu discurso.
O plano nacional pretende promover a inclusão social e a autonomia da pessoa portadora de deficiência, ao eliminar barreiras e permitir o acesso a bens e serviços disponíveis a toda a população. Com metas a serem cumpridas até 2014, o plano conta com previsão orçamentária de R$ 7,6 bilhões e as ações serão executadas em conjunto por 15 órgãos do governo federal, sob a coordenação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Ministra dos direitos humanos assina manifesto em favor da inclusão escolar

A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, recebeu nesta quinta-feira (7) um manifesto com mais de 11 mil assinaturas pelo cumprimento da Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência. No documento, entregue por representantes do movimento Inclusão Já e da Rede Inclusiva – Direitos Humanos no Brasil, as entidades pedem a manutenção das metas originais sobre educação inclusiva previstas no Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020), elaborada pelo Ministério da Educação (MEC).
O principal temor das entidades, segundo a presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência, Rebecca Nunes Bezerra, é de haja perdas em relação às metas voltadas ao segmento no PNE.
“A meta quatro do PNE que prevê a universalização, para a população de 4 a 17 anos, do atendimento escolar aos estudantes com algum tipo de deficiência, física ou mental, já recebeu 187 emendas parlamentares. Muitas delas vão totalmente de encontro aos avanços previstos na Convenção dos Direitos Humanos”, explicou Rebecca. No total, o relator da matéria na Câmara, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), já recebeu mais de 3 mil emendas ao PNE.
Ao receber o documento, a ministra não só manifestou apoio às reivindicações, como também o assinou. “Acreditamos que devemos ser guardiões da conquista da convenção Internacional dos Direitos Humanos. A partir do reconhecimento dos direitos da pessoa com deficiência, nós podemos ter um país melhor para todos. Já temos um amplo processo de debate acerca destes temas em andamento, e com certeza daremos continuidade à luta pela inclusão e acessibilidade, que é dever de todos”, afirmou Rosário.
De acordo com a ministra, o governo prepara um amplo programa de âmbito nacional, voltado para o direito das pessoas com deficiência, que envolverá quase todos os ministérios na construção de políticas públicas para o segmento. “Inspirados na universalização do direito à educação, deveremos anunciar em breve um programa para superarmos todos os desafios para a universalização da inclusão das pessoas com deficiência no Brasil. Estamos pensando todos os aspectos que envolvem o dia a dia dessas pessoas, que começa desde o momento em que eles deixam suas casas para ir ao trabalho ou à escola”, adiantou.
Rosário informou ainda ao grupo que irá solicitar uma reunião com o relator do PNE para tratar do assunto. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) também integrou a comitiva, que contou com representantes de mais de 20 entidades ligadas às questões de Direitos Humanos e da pessoa com deficiência.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Menino de sete anos aprende a andar com máquina criada pelo pai

Foto: BBC Brasil
Aparelho criado pelo mecânico pode ajudar também outras crianças
Um mecânico de carros na Argentina inventou uma máquina que permitiu que seu filho de sete anos conseguisse caminhar, apesar de todos os prognósticos pessimistas dos médicos. Jorge Cardile, que trabalha em uma oficina em Buenos Aires, construiu um "reabilitador de caminhadas" em um mês, feito a partir de uma bicicleta e tábuas de madeira. 
Com o tempo - e com todas as suas economias - ele foi aperfeiçoando a invenção até chegar ao protótipo que permitiu que seu filho exercitasse os músculos das pernas e corrigisse sua postura. Ao ver o sucesso do filho, Jorge convidou outros pacientes a testarem a invenção. 
Agora dezenas de pacientes estão procurando a pequena clínica que montou. Jorge Cardile diz que sua invenção ajuda todas as pessoas com problemas motores. Ele está agora em busca de uma empresa que ajude a produzir sua invenção em maior escala, mas isso tem sido difícil. Sua inspiração, nas suas palavras, é o seu ídolo - o filho - que agora caminha apesar de todos os prognósticos pessimistas.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Erros Inatos do Metabolismo


Letícia Paranhos de Almeida nasceu, há quatro anos, sem demonstrar qualquer problema. Seu desenvolvimento foi aparentemente normal até completar um ano e dois meses, quando começou a ter crises de ausência. "De repente ela parava e ficava um tempo sem qualquer reação", lembra Rita Paranhos da Silva, mãe de Letícia. O comportamento chamou a atenção da pediatra Isabel de Souza, que a encaminhou para um neurologista.

Foi quando começou a luta da família para descobrir o que acontecia com a menina. Passaram por vários médicos e tratamentos durante alguns anos, até chegar ao Laboratório de Erros Inatos do Metabolismo (Leim), do Centro de Ciências Biológicas da UFPA, onde finalmente encontrou-se um diagnóstico: Letícia tem um distúrbio do ciclo da uréia, doença que faz com que a amônia se acumule no organismo, provocando sintomas como as ausências.
As doenças metabólicas hereditárias ou Erros Inatos do Metabolismo (EIM), como o próprio nome diz, são alterações no metabolismo de origem hereditária. Existem mais de 500 tipos de distúrbios envolvendo os processos de síntese, degradação, armazenamento e transporte de moléculas no organismo. Entre eles está o distúrbio que acomete Letícia. Se forem analisadas de forma individual, sua freqüência é rara, mas no conjunto essas doenças acometem uma em cada quatro mil crianças nascidas.
Elas são classificadas de duas formas: doenças metabólicas hereditárias de moléculas pequenas, como um aminoácido; e as doenças associadas a moléculas complexas, como um lipídio. Estas últimas são as chamadas doenças de depósito. Em ambas as situações as substâncias (aminoáciodos ou lipídios) se acumulam no organismo e desencadeiam sintomas de ordem motora e/ou neurológica.
Segundo o biomédico Luiz Carlos Santana da Silva, coordenador do Leim, a fibrose cística e o hipotireoidismo congênito são as doenças metabólicas hereditárias mais freqüentes no Brasil. Por isso elas estão contempladas no Programa Nacional de Triagem Neonatal e podem ser detectadas através do teste do pezinho. A fibrose cística afeta um a cada três mil nascidos vivos e o hipotireoidismo congênito atinge um a cada dois mil. As hemoglobinopatias e a fenilcetonúria também podem ser verificadas através desse teste.
Particularidades - A fenilcetonúria é um Erro Inato do Metabolismo que leva ao acúmulo de um aminoácido essencial, a fenilalanina. O tratamento consiste em uma dieta com restrição protéica. Se o doente ingere as proteínas da carne, por exemplo, a fenilalanina se acumula, provocando sintomas como atraso do desenvolvimento neuro-psico-motor, deficiência mental e convulsões. Isso porque o organismo não consegue transformar a fenilalanina em outros compostos necessários ao organismo. No Pará, a Unidade de Referência Especializada Materno-Infantil e do Adolescente (Ure-Mia) vem tratando algumas crianças que têm a doença.
Já a fibrose cística é um erro inato do metabolismo associado à proteína de transporte. Neste caso há deficiência de uma proteína de transporte que vai provocar toda a sintomatologia do paciente.
"Nada no nosso organismo pode ser acumulado. Tudo deve ser transformado. Assim você tem a formação de tecidos, as células vão crescer, proliferar, todo o mecanismo fisiológico vai acontecer. Quando há o acúmulo de uma substância que não está sendo transformada, isso é neurotóxico para o organismo e há um desequilíbrio", explica Luiz Carlos Santana da Silva.
Os pacientes com fibrose cística apresentam sintomas como insuficiência pancreática e respiratória. Um conjunto de terapias paliativas é utilizado para melhorar sua qualidade de vida a partir do momento em que o problema é detectado. Já os pacientes com hipotireodismo congênito são tratados com reposição hormonal. Eles recebem o hormônio T-3, que está associado à produção de neurotransmissores que vão auxiliar no desenvolvimento mental.

Atendimento integra várias instituições

O Laboratório de Erros Inatos do Metabolismo da UFPA foi criado em 1986. Inicialmente foi chefiado pelo professor Lauro Cunha. Foi o segundo criado no Brasil para diagnosticar esse tipo de problema. Entre 1986 e 1998 teve uma fase de intensas atividades. Depois, passou por dificuldades e ficou parado até 2000, quando Luiz Carlos Santana da Silva retornou do doutorado e assumiu a coordenação. Desde então vários projetos do laboratório foram aprovados (CNPQ, Funtec e Proint) e vêm sendo desenvolvidos. Hoje a equipe conta com dois biomédicos, dois médicos, um farmacêutico e oito bolsistas de iniciação científica.
No laboratório é realizada uma abordagem inicial de investigação. Primeiro é feito uma triagem bioquímica na urina para encaminhar a suspeita clínica à cada categoria de erro inato do metabolismo. São testes preliminares que podem sofrer inclusive a interferência de medicamentos. Por isso existe uma ficha detalhada para cada paciente onde são anotadas as medicações utilizadas. Na entrevista com a mãe, por exemplo, precisa-se saber até mesmo como se deu o parto. Só depois desses procedimentos são feitos os testes específicos para chegar ao diagnóstico. A cada 40 pacientes com suspeita de apresentar um erro inato específico, um tem o diagnóstico definido.
Quando o laboratório não consegue fechar um diagnóstico os casos são encaminhados para o Serviço de Genética Médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, centro de referência latino-americano para essas doenças. Em 2003, foram enviadas 45 amostras e só duas não tiveram isenção de custo.
A meta da equipe do Leim é tornar o laboratório um centro de referência regional na investigação de doenças metabólicas hereditárias. Para isso, vem sendo estabelecida uma rede integrada de investigação. "Os pacientes são encaminhados por instituições como Santa Casa, Hospital Bettina Ferro e Souza, Hospital Barros Barreto, Hospital Gaspar Vianna e Unidade de Referência Materno Infantil. Nós fazemos aqui os testes bioquímicos na urina pra saber se esse paciente se encaixa naquele ou em outro erro inato do metabolismo. Quando a suspeita clínica persiste, nós encaminhamos amostras clínicas para Porto Alegre. Assim, temos um diagnóstico definido", explica o coordenador.
Entre os pacientes que chegam ao laboratório a maioria se encontra na faixa etária entre 0 a 5 anos: 60% dos pacientes encaminhados se concentram aí. Outros 30% estão na faixa de 5 a 10 anos e o restante está na adolescência e na fase adulta. Um total de 400 pacientes foram atendidos desde 2000. Doze erros inatos do metabolismo foram diagnosticados nesse período.
Depois de iniciar o tratamento correto, tendo o diagnóstico da doença, Letícia passou a ter uma melhora progressiva no quadro clínico. "Sei que ela vai precisar dos medicamentos durante toda a vida, mas é um alívio ver sua melhora. O atendimento no Laboratório de Erros Inatos do Metabolismo da UFPA foi fundamental para isso. Espero que esse trabalho consiga todo o apoio necessário para continuar", observa Rita Paranhos da Silva.

Autismo associado a défice de zinco


De acordo com um novo estudo efetuado por um laboratório japonês agora divulgado, muitas das crianças que sofrem de autismo e de outros problemas relacionados, como Síndrome de Asperger, apresentam um acentuado défice de zinco. Os autores do estudo acreditam que esta pode ser uma pista para futuras terapêuticas e mesmo prevenção deste tipo de perturbações.
Foram analisadas amostras de cabelo de perto de duas mil crianças autistas ou com perturbações relacionadas. No grupo das crianças mais novas, com menos de três anos, quase metade revelou níveis de zinco abaixo do normal. Os níveis mais baixos de zinco também foram encontrados nesta faixa etária. 
Segundo os investigadores, os resultados sugerem que o défice de zinco pode contribuir, de uma forma epigenética, para o aparecimento do autismo e uma abordagem nutricional pode conduzir a uma nova esperança para o tratamento e prevenção deste tipo de perturbações.
A suplementação de zinco não deve contudo ser iniciativa dos pais, seja durante a gravidez ou em qualquer altura da vida da criança. Até porque também existem efeitos negativos quando o nível deste mineral se torna excessivo.
As conclusões foram publicadas no jornal Scientific Reports

Autistas ganham sistema de tecnologia assistiva

Pesquisadores utilizam computador para configurar o meaVOX

Volta Redonda
Com alguns toques na tela do celular, o autista monta uma frase, expressando suas emoções ou vontades, que são imediatamente pronunciadas, em voz alta, pelo aparelho. Parece até coisa de filme de ficção científica, mas não é. Trata-se do meaVOX - que significa "Minha voz" -, programa desenvolvido por pesquisadores da UFF (Universidade Federal Fluminense), do campus Aterrado, como parte do Adaca (Ambiente Digital de Aprendizagem para Crianças Autistas). A iniciativa é pioneira no Brasil e visa facilitar a comunicação do paciente com o mundo externo.
A coordenadora do projeto, professora Vera Caminha, revelou que as atividades são financiadas pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). A docente disse como surgiu o programa, que, vale repetir, é inédito no país.
- O meaVOX nasceu a partir do Adaca, quando, no decorrer de nossas pesquisas, percebemos que poderíamos trabalhar também com algo que se relacionasse à comunicação dos autistas. Daí, a fonoaudióloga da equipe, Priscila Félix, deu a ideia de desenvolvermos uma ferramenta semelhante a que já existe nos Estados Unidos. Então, esse programa surgiu para ajudar a comunicação da criança autista não-verbal com pais, terapeutas e demais pessoas com quem ela se relacione - explicou.

Desenvolvimento
O físico Gustavo Vicente Furtado, professor da UFF (Aterrado), foi o responsável pelo desenvolvimento do software operacional do meaVOX.
- O fundamento do meaVOX é uma plataforma open source (código aberto), ou seja, as ferramentas são livres e podem ser baixadas na internet. O principal mecanismo é o Java. A ideia é que o programa possa ser utilizado da forma mais fácil possível, visto que será operado por pessoas não iniciadas em computação. A ferramenta é composta por duas partes: o celular, que será manuseado pela criança autista, e o programa que roda no computador. Nele, é feita a configuração do software - apontou.
Sobre o funcionamento do aplicativo, o especialista acrescentou mais informações:
- O programa transforma o celular numa ferramenta de comunicação para a criança autista. As sentenças montadas pelo paciente são verbalizadas pelo aparelho. No visor, se localizam figuras que representam ideias, intenções e sentimentos, entre outros, que podem expressar o que o indivíduo está querendo ou sentindo. Por exemplo, pressionando o ícone "Eu quero", abrem-se várias opções de imagens que remetem a possíveis vontades, como brincar, comer, beber, ir a algum lugar etc. Assim, são articuladas frases pictográficas, que o celular pronuncia, em voz alta, para que os pais tenham acesso à manifestação do que a criança está pensando.
Gustavo frisou, ainda, que o programa é adaptável ao nível de aprendizado de cada paciente.
- Existe a possibilidade de configurar o software de acordo com a necessidade da criança. O mapa de opções proporciona a alternativa de pressionar apenas palavras "soltas", que não formam uma frase, mas, não deixam de expressar sentido. Respostas simples, como "sim", ou termos isolados, como "casa", são apresentados, levando em consideração as dificuldades de comunicação do autista - ressaltou.

Auxílio no tratamento
Para a fonoaudióloga Priscila Félix, que faz parte da equipe responsável pelo meaVOX, a iniciativa vai ajudar no tratamento de crianças autistas, visto que, segundo ela, os portadores da síndrome, em geral, tem afinidades com produtos tecnológicos.
- A maioria das crianças com autismo gosta de lidar com computadores, celulares e outros aparelhos do ramo. Elas costumam ser familiarizadas com joguinhos e outras atividades, desempenhadas por meio da tecnologia. Esse é um ponto positivo - disse.
A profissional destacou os benefícios que o programa vai trazer ao tratamento de crianças com autismo.
- A ideia é que o celular esteja sempre por perto, sendo a voz do paciente na relação com seus pares. Esse sistema apresenta ao indivíduo um modelo esquematizado de comunicação adequada e isso é uma forma de aprimorar a expressão que a pessoa já desenvolve, além de facilitar o convívio com os outros - fomentou.



Fonte

O aborto de bebê com Síndrome de Down

Graças a Deus, cada vez mais as pessoas estão abrindo seus corações e aceitando as diferenças!
Ninguém é perfeito! 
A sociedade cobra e MUITO, quando as coisas saem do "padrão". Mas todos temos o direito de nascer, viver e amar nossas crianças e familiares "diferentes". Existe algo tão bom neles! "Especiais"e "normais", nos ensinam um imenso amor!
Antes de qualquer atitude, pensem no relato desta mãe que realizou aborto de seu bebê quando descobriu que ele era portador de Síndrome de Down...
Aquela família que receber esta notícia, procure conhecer outras famílias que vivem esta situação, pois perceberá o amor mágico que nascem com eles!


Marie com seu marido Allan e sua filha Laura
“Tanto Allan quanto eu queríamos uma família grande. Por isso, vibramos quando descobrimos que eu estava grávida de novo”, Marie disse para o jornal Daily Mailnum artigo recente.
Mesmo depois que recebeu os resultados de um exame de sangue, e então amniocentese, mostrando que seu bebê tinha a síndrome de Down, Marie diz que o aborto jamais lhe passou pela cabeça como opção, ainda que ela estivesse assustada.
“Meu primeiro pensamento foi: ‘Como é que lidaremos?’ Não foi: ‘Não posso ter este bebê’”.
Entretanto, isso tudo mudou quando o casal foi a uma consulta no hospital, no dia seguinte depois de descobrir sobre a condição de sua filha. Para o choque deles, a enfermeira e a médica não só apresentaram o aborto como a única opção para o casal, mas também até sugeriram que seria cruel não fazer um aborto.
“A enfermeira disse que não abortar o bebê faria com que ele sofresse, e ela se tornaria um peso para a sociedade se eu fosse em frente”, diz Marie. “Ela até disse: ‘Noventa e nove por cento das mulheres em sua situação não quereriam o bebê’”.
Tão pesada era a pressão imposta sobre o casal que no fim acabaram decidindo ir em frente com o aborto.
Marie recebeu uma pílula para iniciar o aborto naquele mesmo dia.
“Senti-me entorpecida quando engoli a pílula. Não foi desse jeito que imaginei esta gravidez terminando, mas olhando em retrospecto, eu estava em estado de choque, fazendo tudo simplesmente como se eu estivesse num piloto automático”, diz ela.
Três dias mais tarde, Marie deu à luz sua filha morta e, diz ela, sua vida nunca foi a mesma desde então.
“Ela era tão pequena, mas em outros aspectos perfeita. Eu me desmanchei em profundos soluços incontroláveis. O que eu havia feito? Percebi naquele instante que eu havia sido convencida de forma enganosa e intimidada a tomar aquela primeira pílula. Senti uma carga de indignação muito grande”.
Tão intenso era o sentimento de culpa de Marie depois do aborto que ela diz que “não conseguia parar de chorar”. O aborto também se tornou um problema entre ela e seu marido. “Eu sabia que ele também se sentia devastado e queria ficar com o bebê, mas fiquei irada que ele tivesse permitido que a equipe hospitalar me levasse às pressas para o procedimento que a tirou de mim”, diz Marie.
“Antes do aborto éramos realmente um casal feliz, mas agora, mal conseguíamos nos comunicar”.
No fim, o casamento do casal acabou, apesar de que tiveram outro bebê.
Marie diz agora que está convencida de que outras mulheres devem se achar na mesma posição dela — querendo ficar com seu bebê com síndrome de Down, mas pressionadas a fazer o aborto por uma classe médica hostil.
“Hoje nunca vejo mamães com bebês com síndrome de Down”, diz ela. “Não consigo evitar sentir que outras mulheres devem estar fazendo abortos que elas não querem. Não consigo acreditar que todos os casais que descobrem que seu bebê tem a síndrome de Down de boa vontade escolhem fazer aborto”.

Lei a matéria completa em inglês no jornal Daily Mail aqui.

Como a neuroestimulação está mudando a vida de pacientes com epilepsia, depressão e outros transtornos neurológicos ou psiquiátricos

Cerca de 20% dos pacientes com problemas neurológicos como a epilepsia e distúrbios psiquiátricos como a depressão são resistentes aos medicamentos. Por mais combinações que os médicos tentem, nada funciona. Até recentemente, não havia o que oferecer a essas pessoas. Nos últimos meses, surgiu uma esperança: a neuroestimulação cerebral. Os primeiros estudos sobre o método começaram nos anos 90. Novas pesquisas revelam que ele é eficaz e dão sinais de que será cada vez mais usado. Alguns hospitais e clínicas começam a oferecê-lo no Brasil.
A neuroestimulação pode ser feita de duas formas. Com um aparelho que libera ondas magnéticas (estimulação magnética transcraniana) e é colocado próximo da cabeça. Ou com eletrodos implantados no cérebro (estimulação elétrica). “Hoje, sabemos que é possível restabelecer funções cerebrais e encontrar saídas para pacientes que não tinham mais nenhuma qualidade de vida”, diz o neurologista brasileiro Felipe Fregni, professor da Universidade Harvard. “A neuroestimulação é o futuro do tratamento na neuropsiquiatria. E ele já está começando.”
Os métodos são muito diferentes das antigas técnicas de eletrochoque, que atingiam grandes áreas do cérebro. Além de produzir dores horríveis, elas muitas vezes provocavam lesões e efeitos indesejados. A neuroestimulação é feita em áreas limitadas e escolhidas de forma precisa a partir de exames de imagem.
A estimulação magnética transcraniana tem sido útil no tratamento de pacientes com depressão, transtorno bipolar (alternância entre depressão e euforia) e alucinações auditivas (um dos sinais da esquizofrenia). Os sintomas tornam-se mais brandos ou desaparecem.
O método não requer cirurgia. Exames de imagem determinam o ponto do cérebro que precisa ser estimulado. Com base nessa referência, o médico aplica a técnica no consultório. O paciente coloca uma touca de borracha parecida com as de natação. Nela está desenhado o ponto equivalente ao local exato do cérebro que precisa de tratamento. O aparelho que emite a corrente magnética é aproximado da cabeça do paciente. Essa corrente altera a ligação entre os neurônios e ameniza os problemas. São necessárias várias sessões de 15 minutos.
Para o reumatologista Sérgio Lanzotti, de 45 anos, o método fez toda a diferença. Desde a adolescência ele sofre de transtorno bipolar. Trabalhava e estudava em excesso, tinha insônia. “Era uma pessoa inadequada socialmente, irritada e que falava sem parar”, afirma. Em 2005, caiu no outro extremo, a depressão. Teve duas crises, alternadas por momentos eufóricos. “Tomei vários remédios, e nada adiantava”, diz. Quando se viu sem saída, procurou o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Chegou disposto a encarar qualquer tipo de tratamento.
Lanzotti foi um dos primeiros pacientes a participar do estudo sobre estimulação magnética transcraniana do Hospital das Clínicas. “Havia lido algo sobre esse tratamento, mas não sabia que estava disponível no Brasil. Não tive dúvida. Assinei o termo de responsabilidade e me preparei para o melhor.” Ele estava numa fase depressiva quando passou três dias consecutivos pela estimulação. Voltou a trabalhar, a se alimentar bem e a se sentir mais tranqüilo. As sessões diminuíram com o tempo. Hoje, ele se submete ao aparelho uma vez por mês. As doses que toma de antidepressivos e estabilizadores do humor também caíram. “Recuperei minha alegria”, diz.
Lanzotti é tão grato ao tratamento que decidiu comprar o aparelho de estimulação magnética para sua clínica multidisciplinar em São Paulo. O equipamento chegou em janeiro e começa a ser usado pela equipe de psiquiatria.
O Instituto de Psiquiatria – que se tornou referência mundial na aplicação da técnica – está começando um novo estudo. Desta vez, o aparelho será testado em crianças com autismo, dislexia (distúrbio de aprendizado de leitura e escrita) e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Os resultados deverão sair em 2012.
Por enquanto , a maior experiência da equipe é com pessoas deprimidas. Já foram tratados 3 mil pacientes. “Cerca de 80% dos pacientes responderam positivamente ao tratamento”, afirma o psiquiatra Marco Antonio Marcolin. Na instituição, o tratamento é gratuito. Em clínicas particulares, a sessão custa cerca de R$ 300. A terapia pode provocar efeitos colaterais mínimos e passageiros como dor de cabeça, zumbido no ouvido, sonolência e contrações no rosto.
O outro método, a estimulação elétrica profunda, é bem mais invasivo. Eletrodos são introduzidos no cérebro por meio de uma cirurgia. Eles são ligados a uma bateria que parece um marca-passo cardíaco. Ela é implantada no ombro do paciente. Os fios passam por trás do crânio, por baixo da pele. A bateria libera uma corrente elétrica, que regula o funcionamento da região cerebral danificada.
A epilepsia foi uma das primeiras doenças estudadas para receber a estimulação elétrica. No caso dos epilépticos, os eletrodos costumam ser colocados na região do lobo temporal. É a parte do cérebro responsável pela memória e pela atenção, entre outras funções. Na maior parte dos pacientes, as crises ocorrem quando uma descarga elétrica anormal entre os neurônios interrompe temporariamente o funcionamento correto da região.
O novo método regula o funcionamento do local, e as convulsões características da doença costumam desaparecer. Se a bateria que envia a corrente elétrica é desligada, o paciente volta a sofrer com a doença. A estimulação elétrica também vem sendo usada em outras situações: para abrandar os movimentos involuntários do mal de Parkinson, aliviar sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo e combater dores crônicas, enxaqueca e dependência química. s Estão em andamento testes em mal de Alzheimer e compulsões alimentares.
A história mais impressionante conhecida até agora é de um paciente americano, divulgada no ano passado. O homem de 38 anos, cuja identidade foi preservada, sofreu traumatismo craniano durante um assalto em 1999. Ele permaneceu todos estes anos no que os neurocientistas chamam de estado mínimo de consciência. Significa que o paciente consegue se comunicar apenas com movimentos limitados dos olhos e dos dedos.


ALÍVIO
Lanzotti numa sessão de estimulação magnética transcraniana. Ela o ajudou a controlar o transtorno bipolar
O cérebro do paciente despertou depois de receber a estimulação elétrica profunda, segundo os médicos do Instituto de Reabilitação JFK e do Instituto de Neurociência de Nova Jersey, nos Estados Unidos. O homem passou a cumprimentar os pais, identificar objetos, manter um diálogo breve e assistir à TV. Mastiga e engole a própria comida, sem precisar se alimentar artificialmente.

No Brasil, a técnica vem sendo usada há três anos. O neurocirurgião Cláudio Fernandes Corrêa, do Centro de Dor do Hospital Nove de Julho, em São Paulo, tratou seis casos de dores crônicas, dependência química, movimentos involuntários e mal de Parkinson. “Os resultados foram surpreendentes. Eram pacientes completamente incapacitados”, afirma. Eles conseguiram retomar rotinas e recuperar a capacidade de executar tarefas simples do cotidiano, como cuidar da casa.

Depois da cirurgia, o paciente permanece no hospital durante dois dias para receber antibióticos e evitar complicações. Os eletrodos são ligados à bateria alguns dias depois, para garantir a recuperação do tecido cerebral após a operação. Existem riscos, e eles não são desprezíveis. Áreas saudáveis do cérebro podem ser atingidas durante a cirurgia. Também podem ocorrer hemorragias. “A probabilidade desse tipo de complicação é inferior a 2%”, diz Corrêa. O método é reversível. Os eletrodos podem ser retirados a qualquer momento. A bateria que libera a corrente elétrica para os eletrodos deve ser trocada a cada sete anos. Se desligada por algum motivo, o paciente volta a sofrer com os sintomas da doença da qual é portador. O aparelho custa entre US$ 15 mil e US$ 40 mil, dependendo da indicação. Podem surgir efeitos colaterais transitórios como dores de cabeça e tonturas.

Como ocorre com qualquer método novo, muitas dúvidas persistem sobre a segurança e os benefícios da neuroestimulação. A ligação entre os neurônios pode ficar anormal no futuro. Não há total garantia de que as correntes – elétricas ou magnéticas – não afetarão outras áreas do cérebro, além da parte desejada. “São riscos muito pequenos, mas que precisam ser confirmados por mais estudos”, diz Felipe Fregni.

Na opinião do neurologista Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo, os métodos são promissores. Mas, se regiões saudáveis do cérebro forem lesadas, podem ocorrer sérios danos. Convulsões, problemas motores e alterações de humor são conseqüências prováveis. “Ninguém gosta de tomar remédio. Quando surge algo que parece acabar com a doença tão facilmente, a tendência é desprezar os riscos.” A neuroestimulação não trará alívio a todos os pacientes de males neurológicos e psiquiátricos. Mas é uma esperança para muitos deles.
O funcionamento das novas técnicas

Os métodos de estimulação equilibram as funções cerebrais. São uma opção quando os remédios não funcionam
Estimulação elétrica profunda
1 - Por meio de uma cirurgia, o médico instala eletrodos no ponto do cérebro onde ocorre o problema. Eles ficam ligados a uma bateria
2 - A bateria é implantada no ombro ou no tórax. Ela libera corrente elétrica e melhora a ligação entre os neurônios na região em desequilíbrio
3 - Os fios por onde a corrente elétrica é conduzida passam por trás do crânio, por baixo da pele. A bateria precisa ser trocada a cada sete anos.
Estimulação magnética transcraniana

1 - Exames de imagem determinam o ponto do cérebro que receberá a corrente magnética. Apenas esse local é estimulado Eles ficam ligados a uma bateria
2 - O paciente coloca uma touca de borracha em que está desenhado o ponto equivalente ao local que precisa de tratamento
3 - O aparelho é aproximado da cabeça e libera ondas magnéticas. Elas atravessam o crânio e chegam ao ponto em desequilíbrio no cérebro
Principais usos - Como a neuroestimulação pode ser útil
Reduzir dores musculares crônicas
Elas são causadas pela atividade excessiva na área do cérebro responsável pelas sensações
Diminuir tremores provocados pelo mal de Parkinson
A falta de dopamina desequilibra o sistema motor e causa os tremores
Evitar ataques epilépticos
O aumento da atividade em áreas como a responsável pela memória e pela atenção causa a maior parte das convulsões
Combater depressão
Ela é causada por um desequilíbrio dos neurotransmissores, em especial a serotonina, na região responsável pelas emoções
Diminuir alucinações auditivas
Uma disfunção na área responsável pelo processamento da audição faz o paciente ouvir sons e vozes que parecem reais

domingo, 13 de novembro de 2011

Tenor autista e cego - Saulo Laucas

Saulo Laucas é tenor, autista e cego. Cursa a faculdade de música da UFRJ e fez esta apresentação cantando a Ave Maria na audiência pública sobre autismo na ALERJ, dia 17/11/09.
Foi uma pena não pegar sua apresentação desde o início, mas mesmo assim dá pra vcs perceberem o seu poder e a emoção que tomou conta de todos nós.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Itaú Criança - Historinha (Infelizmente, fui informada por uma amiga que o estoque de livrinhos se esgotou)

Recebi hoje a minha coleção de livrinhos e as crianças amaram!  
Incentivar desde de cedo a leitura é muito importante para o desenvolvimento da criança, não apenas cognitivo mas emocional também. Através da leitura, a criança aprende a fazer uso de sua imaginação para vivenciar situações ou chegar em lugares que nunca obteve experiência. Aprende a julgar valores, raciocinar uma lógica na história, memorizar acontecimentos e ser introduzida ao mundo da leitura e escrita.
Parabéns ao Itaú por essa iniciativa! 
Preencham seus dados no site e recebam sua coleção.


www.itau.com.br/itaucrianca

Não deixem de assistir o vídeo com as crianças narrando o que lhes foi lido...


A Coleção Itaú de Livros Infantis foi criada pela Fundação Itaú Social para ajudar a despertar desde cedo o prazer pela leitura. Ela foi feita para você que também acredita que a educação é o melhor caminho para a transformação do Brasil.

A educação muda o Brasil.

E o Itaú participa dessa mudança com você.



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pesquisadores de Rio Preto investigam o autismo


Um grupo de pesquisadores da Famerp (Faculdade de Medicina de Rio Preto) quer se aprofundar no assunto e tenta agora identificar fatores que possam avançar no tratamento e dar mais esperança pra quem sofre com a doença.
Dificuldades no relacionamento social, isolamento, um mundo só deles. Esses são alguns sintomas da doença que ainda não tem cura, mas pode ser controlada.
O autismo é mais comum entre os meninos e atinge um em cada grupo de 150 pessoas. Em Rio Preto, a proporção é de quatro meninos para uma menina.
Segundo Agnes Cristina Fett Conte, coordenadora do estudo, cerca de 600 pacientes participam da pesquisa, 300 são portadores da síndrome. A partir da análise do DNA, os pesquisadores querem tentar identificar a origem da doença. 
O desafio será entender se há algum problema na comunicação das células do cérebro dos pacientes que têm autismo e tentar encontrar novos métodos que possam ajudar no tratamento. A pesquisa pode durar até 4 anos.